O Colégio São Judas Tadeu acredita que a organização é a base para o florescimento do intelecto. Por isso, nossas normas acadêmicas não são meras regras de formatação de provas ou de conduta, mas um compromisso com a aprendizagem significativa e com a qualidade do ensino.
Convidamos toda a comunidade a ler e praticar essas diretrizes, construindo juntos uma escola que é, ao mesmo tempo, tradicional em seus valores e vanguardista em seus métodos.
1. Foco no que realmente importa: o raciocínio. Nossas normas de avaliação foram desenhadas para que o aluno deixe de lado a “decoreba”. Ao serem proibidas questões que privilegiam o erro (como “assinale a incorreta”), exige-se o vínculo com as habilidades da BNCC, garantindo que seu filho seja avaliado pela sua capacidade de analisar, compreender e criar.
2. Questões objetivas baseadas no modelo ENEM: Ao formatar as questões internas seguindo o padrão institucional de questões do ENEM, o Colégio prepara o aluno para a sequência acadêmica e para enfrentar avaliações externas com maior segurança e previsibilidade.
3. Interpretação e lógica: O uso de textos-base (verbais e não verbais, como gráficos e tabelas) exige que o aluno desenvolva a capacidade de ler o mundo e de reconhecer padrões, em vez de apenas reproduzir conteúdos estáticos.
4. Foco em habilidades: Cada questão é desenhada para estar vinculada a uma habilidade da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), focando em compreender, aplicar, analisar e criar conclusão. Adotar essas normas é zelar pela eficiência pedagógica e pela ética no ambiente escolar.
5. Conexão com a realidade: As questões são contextualizadas, apresentando situações-problema do cotidiano, fenômenos naturais, sociais e tecnológicos,. Isso torna o aprendizado significativo, pois o aluno entende a aplicação prática do que estuda.
6. Planejamento e transparência: parceria escola-família: Sabe-se que a previsibilidade reduz a ansiedade. Por isso, as normas adotadas pelo Colégio garantem a disponibilização de conteúdos programáticos e planners antes das provas. Essa transparência permite que a família acompanhe o percurso formativo de perto, fortalecendo a rede de apoio necessária para o sucesso do aluno.
7. Tecnologia a serviço do aprendizado, não da distração: Alinhados às novas leis e resoluções de 2025, O CSJT estabelece limites claros para o uso de dispositivos eletrônicos. O objetivo é duplo: preservar a saúde mental dos estudantes e garantir que o uso de telas seja sempre intencional e pedagógico, transformando o celular de uma fonte de distração em uma ferramenta de pesquisa guiada.