Mantenedora: Colégio São Judas Tadeu Ltda. CNPJ: 61.266.219/0001-21
Localização: Rua Clark, 213 Fone: 11-2174-6422
Portal: www.colegiosaojudas.com.br
Registro Civil: 10.000.776 – livro 15 em 27/10/1964 Registro na Sec. N° 1427 de
31/12/1952
Diretora Pedagógica: Sineide Esteves Peinado
Coordenador Geral: Rosário Antônio D’Agostino
Coordenadoras: Mônica Miotto Bertolini
Elvira Verrone
O Projeto Político-Pedagógico do Colégio São Judas Tadeu, além de ser uma exigência legal, expressa na Lei no 9394, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, permite a revelação da identidade da instituição, de suas concepções e de seus sonhos. Além disso, define a natureza e o papel socioeducativo, cultural, político e ambiental da escola. Demonstra também sua organização e gestão curricular para subsidiar o seu regimento escolar e sua proposta pedagógica, documentos que são os balizadores das ações educativas.
A terminologia de Projeto Político Pedagógico justifica-se pelo fato de que é projeto porque reúne propostas de ação a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, capazes de modificar os rumos da sociedade em que estão inseridos. E é pedagógico por definir organizar as atividades e os projetos educativos necessários ao processo de ensino e aprendizagem.
A importância do PPP do CSJT leva em conta a trajetória da sua comunidade escolar, a sua história e cultura, não só para garantir um percurso formativo de sucesso para as crianças e os estudantes, como também para cumprir o seu compromisso com a sociedade.
O CSJT, desde 2014, quando da primeira edição de seu PPP, a qual abarcava as concepções pedagógicas e a forma de materialização de suas ações, vem trabalhando, sistematicamente e com afinco em defesa de uma educação com qualidade social. Além disso, revisitou, em cada período de sua história, esse documento e buscou aproximação com as exigências legais e com a sua comunidade escolar.
Dessas revisitas, resultou o PPP de 2015, em cumprimento às determinações da Resolução n. 04/010 do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Básica (CNE/CEB) e em atendimento às necessidades advindas dos estudantes. Um Novo Projeto Político-Pedagógico.
Base Legal
RESOLUÇÃO CNE/CP No 2, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2017 – Institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular, a ser respeitada obrigatoriamente ao longo das etapas e respectivas modalidades no âmbito da Educação Básica.RESOLUÇÃO No 3, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2018 – Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.RESOLUÇÃO No 4, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2018 – Institui a Base Nacional Comum Curricular na Etapa do Ensino Médio (BNCC-EM), como etapa final da Educação BásicaLEI No 14.945, DE 31 DE JULHO DE 2024 Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a fim de definir diretrizes para o ensino médio, e as Leis nos 14.818, de 16 de janeiro de 2024, 12.711, de 29 de agosto de 2012,11.096, de 13 de janeiro de 2005, e 14.640, de 31 de julho de 2023.Em 2019, a implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), por meio da Resolução CNE/CP no 2, de 22 de dezembro de 2017, trouxe à Educação Básica brasileira o desafio de revisar conteúdos e projetos pedagógicos a fim de privilegiar um processo educativo constituído a partir de competências e de habilidades. Além disso, o ENEM consolidou-se, nos últimos anos, como processo avaliativo de excelência aos alunos do Ensino Médio e possibilitou também a revisão de conteúdos e a formatação das questões de prova.Com o advento da BNCC e com a consolidação do ENEM, o Colégio São Judas Tadeu passou a torná-los referência para a construção das novas diretrizes da Escola, baseadas nas competências, nas habilidades e no protagonismo dos alunos.O objetivo das novas diretrizes foi permitir ao aluno uma formação na qual estivessem entrelaçados conhecimentos e vivências, ou seja, um espaço em que teoria e prática não se dissociassem e tornassem o aprendizado um ato significativo, ligado à vida e às expectativas individuais dos discentes. Ao mesmo tempo, esse processo deve fazer o estudante reconhecer o próprio papel social e analisar os procedimentos técnico-discursivos, histórico-geográficos e naturais que constroem a realidade que o cerca. Com isso, ele aprende não só a pensar criticamente sobre si e sobre o mundo, mas também a respeitar identidades e diversidades e a agir, de modo solidário, no meio em que vive. Trata-se, em síntese, de aliar a capacidade de saber à capacidade de fazer. Nesse sentido, o Colégio está plenamente adaptado aos desafios da educação do século XXI.Nesse sentido, a BNCC traça competências elementares ligadas à valorização do conhecimento historicamente constituído, ao exercício dos pensamentos crítico e estético, ao uso adequado das diversas linguagens e de suas respectivas tecnologias, à comunicação consistente, à autoria do próprio projeto de vida e à autonomia das ações, sempre permeadas pelas responsabilidades individual, social e ambiental.Calcado nesse amplo espectro de aprendizagem possibilitado pela nova base curricular, o Colégio São Judas Tadeu repensou suas ações metodológicas e propôs, para o ano de 2019, um planejamento integrado baseado em competências e em habilidades. a partir de um diálogo constante entre os conteúdos programáticos de todas as áreas do conhecimento. Os alunos articulam saberes por meio de um Projeto Integrador, cuja finalidade é promover a aplicação dos conceitos em situações problema de diversas naturezas, desenvolvendo, simultaneamente, as capacidades de pensar e de agir.O PI do Colégio São Judas Tadeu é uma atividade que tem o objetivo de desenvolver as competências que estão sendo adquiridas nos ensinos Fundamental e Médio. O projeto culmina com a apresentação de um trabalho interdisciplinar ou transdisciplinar sobre um tema da atualidade, proporcionando a chamada aprendizagem significativa, ou seja, a aprendizagem que fará sentido para o aluno. Para tanto, o professor- orientador poderá recorrer a problemas específicos relacionados à vida das pessoas ou a estudos/pesquisa de temas relevantes.Dessa forma, evidencia-se que o novo Projeto Pedagógico para a Educação Básica do Colégio São Judas está em consonância, conforme se evidencia pela BNCC, com as premissas que devem nortear a Base Nacional Comum Curricular, principalmente porque visa à superação da fragmentação do ensino e fundamenta-se em competências gerais, cuja dinâmica perpassa a estruturação dos Projetos Integradores de todas as séries.Outro marco a fundamentar a construção das matrizes curriculares do CSJT é a Matriz de Referência do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), na qual há cinco eixos cognitivos, comuns a todas as áreas de conhecimento, responsáveis pela integração de todas as competências propostas aos componentes curriculares que estruturam o Ensino Médio: dominar linguagens: além das habilidades na norma culta da Língua Portuguesa, deve-se aprender a fazer uso das diversas linguagens (matemática, artística e científica) e das habilidades linguísticas em língua estrangeira (inglesa); compreender fenômenos: depois de construídos os conhecimentos por áreas, aplicá-los, a fim de compreender fenômenos naturais, sociais, histórico-geográficos, linguísticos, artísticos e tecnológicos; enfrentar situações-problema: diante dos fenômenos, saber analisá-los, compreendê-los, organizá-los e relacioná-los a outros, a fim de, a partir da seleção de informações, tomar decisões; construir argumentação: com base nas informações obtidas em diferentes áreas e representadas de diversas formas, ser capaz de relacioná-las e de construir argumentos consistentes; elaborar propostas: a partir de uma formação íntegra, propor intervenções solidárias na realidade, com respeito aos valores humanos e à diversidade sociocultural.Nesse sentido, cada componente curricular, dentro de sua especificidade, precisa contribuir para a formação ampla do aluno e incentivar um diálogo entre as áreas, tendo em vista a interdisciplinaridade própria do conhecimento e dos fenômenos que cercam a vida de um indivíduo. Para embasar esse propósito, o Planejamento Integrado do CSJT delimita algumas competências gerais e suas respectivas habilidades. Trata-se de definir, conforme indica a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), certas competências amplas, cuja finalidade é inter-relacionar e perpassar todos os componentes curriculares, de modo que, em um processo integrador de aprendizagem, haja incentivo à formação sólida do aluno, não radicalmente presa à fragmentação disciplinar do conhecimento, ao protagonismo do aluno e à contextualização que dá torna a aprendizagem significativa. Partindo desses princípios e tendo como base a BNCC, o Colégio São Judas Tadeu apoia-se nas competências gerais e nos princípios específicos para formular matrizes curriculares adequadas à formação dos jovens do século XXI:Competências Gerais
| I. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. |
| II. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas. |
| III. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural. |
| IV. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital -, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo. |
| V. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. |
| VI. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade. |
| VII. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns, que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. |
| VIII. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas. |
| IX. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. |
| X. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários. |
Princípios Específicos
| I. Formação integral do estudante, expressa por valores, aspectos físicos, cognitivos e socioemocionais; | VI. Sustentabilidade ambiental; |
| II. Projeto de vida como estratégia de reflexão sobre trajetória escolar na construção das dimensões pessoal, cidadã e profissional do estudante; | VII. Diversificação da oferta de forma a possibilitar múltiplas trajetórias por parte dos estudantes e a articulação dos saberes com o contexto histórico, econômico, social, científico, ambiental, cultural local e do mundo do trabalho; |
| III. Pesquisa como prática pedagógica para inovação, criação e construção de novos conhecimentos; | VIII. Indissociabilidade entre educação e prática social, considerando-se a historicidade dos conhecimentos e dos protagonistas do processo educativo; |
| IV. Respeito aos direitos humanos como direito universal; | IX. Indissociabilidade entre teoria e prática no processo de ensino- aprendizagem. |
| V. Compreensão da diversidade e realidade dos sujeitos, das formas de produção e de trabalho e das culturas; |
Núcleos Por Afinidade – Entendimento Nosso
| FORMAÇÃO GERAL | FORMAÇÃO TEMÁTICA |
A sociedade, em uma dimensão histórico-cultural, necessita de ferramentas para que o ser humano tenha condições de analisar o contexto em que vive e transformar a sua realidade. Dessa maneira, é imprescindível que a escola desempenhe seu papel com qualidade social, colaborando no desenvolvimento de cidadãos conscientes, críticos e participativos.
Cabe à instituição escolar criar situações desafiadoras aos alunos, para que conheçam o mundo na sua diversidade e na sua complexidade. Isso implica organizar um currículo atento às manifestações culturais e políticas. Faz-se necessário desenvolver no educando uma posição de engajamento, compromisso e participação que o sensibilize para a sua dimensão humana.
O CSJT parte da concepção de que, desde a primeira infância, é fundamental respeitar a história de vida de cada um. A escola é um espaço para construir conhecimentos sobre o mundo, um ambiente cuja proposta pedagógica permite articular conteúdos escolares com vivências e indagações das crianças e dos jovens sobre a realidade em que vivem.
Dessa forma, o trabalho pedagógico considera os processos interativos, a cooperação, o trabalho em grupo, a arte, a imaginação, a brincadeira, a mediação do professor e a construção do conhecimento como eixos estruturantes, voltado para o desenvolvimento da criança e do adolescente visando a um sujeito solidário, criativo, autônomo, crítico e com estruturas afetivas e cognitivas necessárias para operar a sua realidade social e pessoal.
A aprendizagem é, portanto, uma construção constante, que se dá a partir de interações que os educandos estabelecem entre si e com o meio em que vivem. O conhecimento se constrói a partir dessas relações, nas quais o indivíduo é respeitado em sua história de vida. Justamente por isso, o CSJT entende que o processo de avaliação deve ser diagnóstico, processual, formativo e global. A avaliação só se torna eficiente quando realizada dentro de um tempo hábil e ético, com critérios justos e apropriados, com base em métodos adequados. Para os casos de inclusão, a avaliação é feita de acordo com as necessidades específicas de cada caso.
A Escola fundamenta seu trabalho em uma educação de troca de conhecimentos, que possibilite comportamentos, práticas sociais e habilidades específicas básicas para a atuação dos cidadãos em formação. Além disso, propõe que suas ações sejam voltadas à superação da carência político-participativa dos cidadãos, uma vez que a sociedade expressa frágil organização e modos de reivindicação de direitos.
Nesse sentido, a escola tem uma efetiva participação na medida em que inclui, em seus conteúdos curriculares, as dimensões humanísticas, a técnica, científica e a político- social. Colabora também quando se preocupa em desenvolver no aluno uma liderança criativa, solidária, inserindo-o no mundo real e complexo, fazendo-o compreender que as mudanças estruturais também necessitam da participação dele. Tudo isso implica, ainda, que a escola oportunize situações de aprendizagem que ajudem o indivíduo em sua autonomia.
5.1. Missão
Ser uma instituição que desenvolva competências e habilidades, com segurança e afeto, que permitam ao educando uma melhor compreensão de si, do outro e do mundo, formando-o em sua plenitude vocacional e humana.
O Colégio tem como objetivo privilegiar a formação humana, orientando-se para a inclusão de todos ao acesso dos bens culturais, ao conhecimento e ao serviço da diversidade, da democracia, da valorização da vida, do respeito ao meio ambiente e da promoção da paz. Consolida-se, assim, uma escola inclusiva e de qualidade; com um processo educacional que possui equipe docente especializada, infraestrutura de acordo com as necessidades básicas educacionais. Some-se a isso a aplicação de metodologias e ferramentas didáticas altamente desenvolvidas para o desenvolvimento integral dos alunos.
5.2. Objetivos da Escola
No Colégio São Judas Tadeu, os objetivos cumprem importante papel na definição de ações e propósitos mais amplos que, por sua vez, respondem às expectativas e às exigências da comunidade escolar. Assim, a escola se propõe a:
• Oferecer à comunidade ensino de qualidade que contribua para o desenvolvimento da autonomia responsável, do senso crítico e da criatividade para o exercício da cidadania.
• Oportunizar e dar condições, nas diferentes etapas da educação básica, para que todos os sujeitos desenvolvam suas capacidades para formação plena.
• Educar para a transformação da realidade social, valorizando a vida e a dignidade humana, orientadas pelo conhecimento e pela ética.
• Orientar o sujeito para gestar e construir seu projeto de vida de forma responsável durante o seu percurso formativo.
• Proporcionar ao educando instrumentos para a aprendizagem de valores e conhecimentos por meio de estimulação frequente.
• Proporcionar aos educandos a formação contínua, progressista, permanente e constante.
• Preparar o aluno para a contemporaneidade, levando-o a compreender a vida em sociedade exige requisitos para o crescimento e o desenvolvimento do cidadão.
• Defender o compromisso com a democracia, com a educação e com a justiça social, incrementando a inserção social da Instituição, articulando-se no espaço local, regional e nacional.
• Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestando serviços especializados à comunidade.
• Levar o educando a familiarizar-se com os aspectos culturais mais relevantes do Brasil e do mundo.
• Possibilitar a diferenciação dos contextos interculturais.
• Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade.
• Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital – bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos.
• Valorizar a diversidade de saberes e de vivências culturais.
• Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis.
• Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas e para exercitar a empatia e o diálogo.
• Compreender as diferentes formas de organização cultural e o modo como contribuem para a formação das identidades em diversos níveis, com respeito à diversidade e aos valores humanos.
• Compreender de modo global a realidade para exercer sobre ela papel de agente transformador e para sugerir práticas solidárias de intervenção social.
• Refletir sobre os fenômenos sociais e sobre a interferência deles no âmbito individual.
• Construir Projetos Integradores, quando interdisciplinares, que deverão enfatizar pelo menos três (3) disciplinas da grade curricular.
• Construir Projetos Integradores, quando transdisciplinares, que deverão ater-se à abertura de todas as disciplinas por meio de um pensamento organizador que ultrapassa as próprias disciplinas.
• Desenvolver habilidades técnicas, work skills, e socioemocionais, soft skills, de modo a inserir o jovem de maneira adequada na sociedade contemporânea.
• Oferecer corpo docente de excelente formação e infraestrutura moderna para a plena adaptação aos desafios da educação do século XXI.
5.3. Contexto Histórico do CSJT
O Colégio São Judas Tadeu foi fundado em 1947 no tradicional bairro da Mooca . No entanto, sua história começou anos antes. O Colégio traz em suas bases os valores de seus dois fundadores, os professores Alberto Mesquita de Camargo e Alzira Altenfelder Silva. Eles se casaram em 1937, em São Carlos, interior de São Paulo. Nesse ano, iniciou-se uma trajetória que acabaria por influenciar a vida de milhares de seres humanos. Mais de 65 mil alunos estudaram no Colégio São Judas Tadeu desde sua fundação. Isso sem contar os estudantes da Universidade e de tantas outras pessoas beneficiadas pelas ações do casal e do próprio complexo educacional, ao longo das últimas décadas.
A trajetória de vida do professor e de sua esposa é fortemente marcada por acontecimentos históricos que dizem respeito à educação no país. Ambos criaram um Complexo Educacional de grande importância para a cidade e para a comunidade em que está inserido.
No ano em que o professor Mesquita e a professora Alzira se casaram, o Brasil passava por grandes transformações políticas e a nova Constituição, publicada também naquele ano, reafirmava o objetivo de formar mão de obra. Isso causava uma distinção perversa: o trabalho intelectual era exclusivo das classes mais ricas, e o manual era voltado aos mais pobres. Em 1946, com o fim do Estado Novo, uma nova Constituição foi criada. Ela determinava a educação como um direito de todos e a obrigatoriedade da conclusão do ensino primário à população. No mesmo ano, chegava a São Paulo a família Altenfelder Silva e Mesquita. No país, uma reforma educacional começava a se desenhar por iniciativa do educador Lourenço Filho. As discussões giravam em torno da responsabilidade do Estado quanto à educação e a participação das instituições privadas de ensino.
O Professor Mesquita, a Professora Alzira e seu pai, o professor José Altenfelder Silva, lecionavam em escolas próximas. Logo que chegou a São Paulo, o casal percebeu o déficit educacional da capital, em especial da Zona Leste. Além de não haver vagas suficientes, os estudantes ainda enfrentavam um fantasma: o exame de admissão. Tratava- se de uma prova rigorosa, que peneirava o contingente de estudantes que concluíam o ensino primário. Só podia prosseguir nos estudos quem passasse na avaliação. Por isso, em 1947, o casal criou um cursinho preparatório, em uma sala de aula improvisada na garagem de casa. Com o sucesso da iniciativa, foi preciso reformar o porão da casa, criar mais duas novas salas de aula e convidar o pai de Alzira e outros mestres conhecidos para reforçar o quadro docente.
A construção da Radial Leste, principal via de acesso à região, trouxe desenvolvimento, mas, como a obra passaria pelo local onde estava a residência da família, a escola teve de ser sediada em outro lugar. O professor Mesquita comprou então um terreno, na Rua Clark, onde construiu a nova sede. No dia 2 de janeiro de 1953, os alunos do curso de admissão criado na garagem de casa foram transferidos para o novo prédio, que contava com seis salas de aula, laboratório de ciências, biblioteca, secretaria, tesouraria e cantina. Nascia o Instituto São Judas Tadeu, cujo nome foi dado a pedido da mãe da professora Alzira, que era muito devota do santo.
Numa sociedade em que as atribuições femininas se resumiam aos cuidados do lar ou aos estudos das letras e das artes, a jovem professora Alzira inovou e, em 1955, lançou a primeira edição de um livro para o ensino da Matemática, disciplina até então exclusiva ao universo masculino. Visando à expansão do complexo educacional, em 1970 o professor Mesquita realizou, nas dependências do Colégio, a aula inaugural de fundação do curso de uma Faculdade de Ciências Econômicas. Para ele e sua esposa, a ação tinha um compromisso com a inclusão educacional dos moradores da região.
Com a ditadura militar, instituída em 1964, o professor Mesquita decidiu interromper os trâmites para abrir uma Faculdade fora das dependências do Colégio. O clima de incerteza dominava o mundo acadêmico. Muitos professores foram presos e demitidos; universidades, invadidas; estudantes, presos, feridos e até mortos. Em 1968, a reforma universitária deu mais respaldo à iniciativa privada. E foi apenas em julho de 1971, onze anos depois que passaram a funcionar as Faculdades de Ciências Contábeis e Administrativas São Judas Tadeu. Hoje, a Universidade, que não mais pertence à família Mesquita, é composta por cinco faculdades, que oferecem à população 30 cursos.
Além da criação do nível superior, o professor Mesquita e a professora Alzira fundaram, em 1972, a unidade Dente de Leite. Visionários, deram atenção a um segmento até hoje invisível para boa parte da sociedade e que, até então, estava diretamente vinculado à assistência social, e não à educação. Com o passar dos anos, a abertura política do país, em 1985, trouxe de volta a possibilidade de discussões no campo educacional. Em 1988, foi promulgada a atual Constituição Federal. As leis do país avançaram e, hoje, o país caminha para a melhora dos índices de analfabetismo e de exclusão educacional.
Nessa trajetória de mais de 70 anos, a professora Alzira consolidou, ao lado do esposo, o professor Mesquita, um complexo educacional forte cuja base foi o ideal de oferecer educação de qualidade. O resultado é que, da Educação Infantil ao Ensino Médio, o São Judas formou, forma e ainda formará milhares de estudantes.
5.4. Público
O Colégio São Judas Tadeu está localizado na Rua Clark, 213, no bairro da Mooca. Seu público é predominantemente de classe média. Boa parte dos estudantes são oriundos de famílias de empresários, de empregados da indústria, do setor de serviços e de comerciantes. Nos últimos anos, o Colégio tem recebido também alunos oriundos da comunidade chinesa, estimada em mais de 100.000 pessoas em São Paulo, boa parte das quais mora no Brás, Pari e Canindé, bairros próximos à Mooca.
5.5. Primeiro Contato da Família com a Escola
Quando uma família procura o São Judas para matricular seu filho, a equipe administrativa tem o cuidado de apresentar todas as instalações da escola e seus serviços. No entanto, de forma prioritária, a apresentação do Colégio é baseada na sua proposta pedagógica, na maneira como a escola trabalha e na sua filosofia educacional. O primeiro vínculo com a família se dá neste momento.
5.6. Respeito às Diferenças
A intolerância – em menor ou maior grau – é fruto de construções sociais e algo transmitido pelos adultos às novas gerações. Apesar de o Brasil ser um país multicultural, que acolhe pessoas do mundo inteiro e que é formado pela rica mistura entre povos e culturas, é essencial trabalhar o respeito às diferenças no contexto escolar. Trata se de uma premissa para qualquer instituição que preze o desenvolvimento pleno de seus estudantes. É também dever de todos os envolvidos no processo escolar consolidar valores como respeito e tolerância, para que a sociedade diminua práticas de discriminação, preconceito e exclusão.
A socialização e o bem-estar do aluno são fundamentais para o processo de aprendizagem. É no ambiente escolar que, desde cedo, crianças e adolescentes estabelecem relações afetivas e sociais que muito contribuirão para sua formação como adulto e cidadão. O Colégio trabalha para garantir um ambiente de acolhida a todos.
A instituição visa a oferecer aos educandos um espaço para diálogo e argumentação crítica. A tarefa de educar e de conviver pode ser mais agradável quando a família e os professores estabelecem, desde muito cedo, a prática do diálogo respeitoso. O Colégio defende que uma relação saudável é aquela em que ambos os lados podem falar; em que é dado ao aluno o direito de questionar e de entender as regras, em que o adulto ouve e pondera antes de restringir e em que os limites são colocados de maneira equilibrada e negociada.
Para manutenção do clima de respeito, de camaradagem e de gentileza, o Colégio São Judas Tadeu torna públicas as normas de conduta vigentes e válidas aos membros da comunidade. No primeiro dia de aula, na primeira aula do ano letivo, os professores expõem tais normas, que são compartilhadas com toda a comunidade.
• Estudantes com deficiência (física, intelectual, visual, auditiva, múltipla).
• Estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
• Estudantes com Altas Habilidades/Superdotação.
O PAEE é uma classificação, indica quem tem direito ao atendimento especializado dentro da escola regular.Além do exposto, o Colégio, atendendo às exigência individuais dos alunos, elabora o PEI–Plano Educacional Individualizado, um documento pedagógico personalizado elaborado para o estudante do PAEE que necessita de adaptações ou estratégias específicas para aprender.O PEI descreve, entre outros itens:• objetivos de aprendizagem individualizados; • adaptações curriculares; • estratégias metodológicas; • recursos de acessibilidade; • formas de avaliação; • atuação do AEE; • acompanhamento e registros de evolução.
O PEI é um documento, um plano de ação pedagógico para garantir o desenvolvimento do estudante.Em resumo:| PAEE | PEI |
|---|---|
Busca-se o desenvolvimento de uma concepção de ensino segundo a qual o educador e os educandos sejam sujeitos do seu processo de desenvolvimento, pois necessitam da mediação das experiências e dos saberes de ambos, para que se concretize a aprendizagem.
Nessa concepção, a função do educador deve ser a de oportunizar atividades que encaminhem o educando ao seu desenvolvimento potencial, dessa forma, é papel do educador ser mediador das atividades. Para tal, os conteúdos trabalhados nascem da necessidade que o educando encontra ao tentar realizar a sua tarefa.
Há a necessidade de criar situações em que o indivíduo seja instigado a construir seu conhecimento, circunstâncias em que ele precise fazer escolhas diante de problemas que surgem espontaneamente.
7.1. Leitura e Escrita
Ler faz parte da vida e é fundamental para o crescimento do ser humano. Segundo a educadora Maria Thereza Fraga Rocco, professora livre-docente associada da Faculdade de Educação da USP, uma sociedade que domine a leitura e a escrita tem o dever de estender e garantir politicamente o domínio da leitura a todos os seus cidadãos. A escola é responsável por planejar, programar e realizar ações na área da leitura, sem abrir mão das contribuições de outras matrizes geradoras de educação, como a família, o grupo social e os veículos de massa.
O domínio da leitura e da escrita é fundamental para desenvolver nos estudantes a consciência crítica de como a linguagem reflete as relações de poder na sociedade. Quem não tem acesso à leitura e à escrita, está, de certa forma, excluído e tolhido de seus direitos fundamentais. Há que se considerar também que a leitura é um meio de buscar informações e de ter prazer. No Colégio São Judas Tadeu, pensar nessas questões é algo que permeia o planejamento e o desenvolvimento de diversas atividades pedagógicas, que são realizadas ao longo do ano letivo inteiro. Valorizar e cultivar o gosto pela leitura é uma premissa do trabalho da escola.
Na Educação Infantil, a criança desenvolve capacidades e habilidades da linguagem oral, faz relações entre as palavras e as imagens e compartilha momentos lúdicos e significativos. A partir do 2o ano do Ensino Fundamental, os alunos passam a ser autores de suas produções escritas.
A leitura, que embasa os projetos do São Judas, também dá condições para que temas transversais possam ser trabalhados de maneira sistemática e consistente a partir do Ensino Fundamental. Neste segmento e no Ensino Médio, é recomendado que, a cada semestre, sejam oferecidos aos alunos livros complementares que abordem temáticas que provoquem a reflexão sobre assuntos importantes a cada faixa etária.
7.2. Lição de Casa
A lição de casa é uma parte significativa do processo escolar, pois oportuniza autoaprendizagem, autoconhecimento, reflexão, expressão e crescimento pessoal do aluno.
É preciso repensar duas crenças arraigadas: a de que a tarefa de casa tem como objetivo que o aluno aprenda o que foi trabalhado em classe, fazendo exercícios repetitivos e mecânicos; e a crença de que a obrigatoriedade da lição diária gera, por si só, a responsabilidade e o hábito de estudo. Por isso, as atividades devem ser criativas, dinâmicas, interessantes e desafiadoras. Só assim farão sentido para o aluno e despertarão, por meio do estímulo, o gosto pelo estudo e a reflexão.
Outro objetivo da lição de casa é despertar no estudante a responsabilidade de que ele deve ter com o próprio crescimento. A lição de casa faz parte do relacionamento do aluno com os estudos e suas obrigações. A escola tem o papel de sistematizar atividades que favoreçam a aprendizagem. Além da fixação do conteúdo, é importante a responsabilidade que, aos poucos, a criança irá adquirindo, para entregar uma tarefa em ordem, limpa, sem rasuras, tendo comprometimento com a escola.
Para haver um processo de aprendizagem efetivo na lição de casa, além do comprometimento do aluno, haverá sempre a correção do professor como forma de dar um retorno das tarefas trabalhadas fora do ambiente escolar.
7.3. Relação Família-Escola
A sociedade está, cada vez mais, se organizando de maneiras diferentes. Hoje, muitas mulheres ganharam espaço no mercado de trabalho, as famílias se constituem de formas não tradicionais, o tempo para os filhos fica cada vez mais escasso, e a escola, em meio a tudo isso, precisa ter uma proposta clara de como agir para garantir o melhor aos estudantes.
Para o CSJT, não se entende educação, no sentido global da palavra, sem a atuação da família, que é sempre bem-vinda. Na Educação Infantil, os pais e responsáveis podem levar ou buscar as crianças na porta da sala de aula, um momento que permite maior aproximação dos pais com o trabalho desenvolvido. Algumas atividades de casa são direcionadas para fortalecer os vínculos familiares, pois requerem o envolvimento do adulto em sua realização conjunta. Os pais também são bem vindos aos eventos, às festas, às exposições e aos trabalhos voluntários organizados pelo Colégio.
As reuniões de pais são momentos em que professores podem partilhar as conquistas dos educandos, pedir auxílio em alguma questão pontual, mostrar o potencial de cada um, contar os objetivos das atividades propostas e o que a turma alcançou e como alcançou. Esse momento de troca, de ajuda mútua entre família e escola, mostra ao educando que sua vida acadêmica tem grande importância. É uma maneira de deixar claro o quanto seu desempenho na escola é significativo, pois os próprios adultos o valorizam.
O Colégio estimula que as famílias acompanhem diariamente a vida escolar dos filhos com paciência, respeito e dedicação, inclusive quando os alunos já estão nas etapas mais adiantadas, como o Ensino Médio. Para esse acompanhamento, há o envio de todas ocorrências, sejam disciplinares ou de mau aproveitamento, via aplicativo ou e-mail.
7.4. Uniformização dos Alunos
A obrigatoriedade do uso do uniforme no CSJT é uma medida de segurança. Da Educação Infantil à última série do Ensino Médio, todos têm de estar devidamente uniformizados para entrar na escola. Essa medida facilita a identificação pelos funcionários e também pelo monitoramento eletrônico de quem pertence ao Colégio nos horários de entrada e saída.
Por que usar uniforme?
A importância do uso completo do uniforme, às vezes, não é clara. O uso de uniforme escolar já foi até recomendado pela Secretaria de Segurança Pública para que facilmente sejam identificados, na porta da escola, aqueles que não são alunos, dificultando a infiltração de outras pessoas entre os alunos. Isso facilita bastante o trabalho da segurança da escola, inclusive na gravação de imagens pelo circuito de câmeras internas e externas.
7.5. Reclassificação
O Colégio São Judas Tadeu acredita na capacidade de absolutamente todos os seus estudantes. Por isso, não aceita alunos por meio da reclassificação. Permitir que alguém avance sem ter atingido desempenho suficiente é contribuir para a criação e a permanência de um déficit de aprendizagem. Trata-se de um paliativo que se transforma, com o tempo, em dificuldades ainda maiores. A reclassificação é um grande prejuízo na vida acadêmica e na formação do sujeito. Em vez disso, é preciso dar apoio aos estudantes para que arquem com a consequência de sua postura e possam recuperar o que foi perdido, de maneira construtiva.
7.6. Avaliações Externas
A conquista de um bom resultado no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) abre mais possibilidades, pois a prova abrange um amplo leque de escolhas entre universidades públicas. Já o vestibular é mais restrito, porque cada instituição elabora sua própria prova. A diferença básica entre as provas está na concepção. O Enem privilegia o raciocínio do aluno que consegue estabelecer correlações das disciplinas entre si e com os problemas cotidianos. Já os vestibulares costumam ser mais específicos na abordagem do conteúdo, o que exige uma dedicação maior aos detalhes de cada disciplina. O Enem é, portanto, uma avaliação do aluno, não da escola. para testar o nível de aprendizado dos alunos que concluíram o ensino médio no Brasil. Atualmente, os resultados obtidos no Enem ajudam os estudantes a ingressar em universidades públicas ou a ganhar bolsas de estudos em instituições particulares. Para essa finalidade, foi criado o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), por meio do qual o candidato, a partir da média obtida no Exame Nacional do Ensino Médio, consegue concorrer a uma vaga em um curso de graduação em qualquer universidade pública federal (e algumas estaduais) do país.
O Colégio São Judas usa as competências e as habilidades do ENEM e da BNCC, além de formatar as questões de prova como são as do Exame Nacional do Ensino Médio.
Além disso, o Colégio contrata empresas especializadas, especificamente no Ensino Médio, para avaliações externas, por meio das quais a escola vai preparar melhor os alunos para a sequência acadêmica e para a vida. Essas avaliações permitem rever práticas, readaptar o planejamento de aulas, remodelar aspectos metodológicos e modificar avaliações internas.
7.7. Relações entre a Escola e a Comunidade
O CSJT trabalha com projetos que envolvem a comunidade do entorno, para além das famílias. São projetos realizados pelos alunos; trabalhos filantrópicos (como doações de ovos de Páscoa, roupas, brinquedos e bazar beneficente), festa junina, momentos culturais e feirado livro. Promove arrecadação de verba para a Casa de Apoio à Criança com Câncer (CAJEC) e outras entidades por meio da Festa Junina na qual alunos, professores, funcionários e pais são voluntários. Realiza trabalhos sociais em diversas épocas do ano, como campanha de agasalho, arrecadação de brinquedos, doação de ovos de páscoa, além de visita a asilos, a instituições que cuidam de moradores de rua e a abrigo de menores. Há também uma comissão de mães que realiza um bazar beneficente com verba revertida a alguma instituição de caridade. As visitas para entrega das doações sempre são acompanhadas de alguma atividade pedagógica, como apresentação de teatro, espetáculos musicais, contação de história e oficinas. O propósito, além da doação, é sempre fazer o aluno interagir com a instituição envolvida. O Colégio estabelece parcerias com o Núcleo Brasileiro de Estágio (Nube), com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) com empresas que oferecem estágios, com escolas de idiomas para cursos extracurriculares de Língua Inglesa e com a SPTrans.
Para a comunidade e outras escolas da região, o Colégio oferece o uso de quadras e auditório, bem como para reuniões, cursos e festividades para empresas.
A escola possui um bom relacionamento com as escolas de Educação Infantil da região, que estabelecem uma parceria indicando alunos para dar continuidade ao serviço educacional no Ensino Fundamental. Em relação às demais escolas, há somente uma rotina administrativa entre as secretarias para troca de informações e documentação dos estudantes.
O CSJT não possui Associação de Pais e Mestres e Grêmio Estudantil. Já a relação da escola com o órgão central se dá na informação ao Prodesp dos alunos matriculados e com os órgãos competentes estaduais e municipais, bem como com a supervisão da Secretaria da Educação, por meio de sua supervisão.
O Colégio é tradição católica, mas, no decorrer dos anos, passou a ter uma visão diversificada devido à necessidade de haver respeito e equilíbrio em relação ao tema, uma vez que recebe alunos de diversas religiões.
Além disso, há o respeito à premissa da laicidade do ensino. O ensino laico é um tipo de educação elementar que se caracteriza por ser um ensino desvinculado da educação da igreja, sem religião. Todas as religiões são tratadas com o devido respeito no Colégio São Judas Tadeu.
Uma abordagem pedagógica coerente, com uma concepção de aprendizagem significativa, entende que o ponto inicial da aprendizagem deve ser sempre a concepção prévia dos estudantes, a partir da qual deve proceder à escolha das técnicas, estratégias e atividades a serem desenvolvidas Existe uma proposta educativa que permite a compreensão da realidade e o desenvolvimento do ser humano no seu nível intelectual, afetivo, emocional e religioso, seu compromisso com a ética e responsabilidade social tendo acesso a conhecimento que o leva ao exercício da vida cidadã.
9.1. Concepção de Currículo
O Currículo é um movimento que envolve as práticas docentes e institucionais com o intuito de ampliar e construir conhecimentos. É o currículo que organiza o que será ensinado e aprendido em termos de conhecimento para a promoção do desenvolvimento integral dos educandos.
O currículo deve ser o sustentáculo para as ações do processo educacional, apontando os objetivos, as estratégias, os conceitos e os métodos, contextualizados na realidade, com o compromisso de corresponder aos anseios da comunidade escolar, tendo como foco principal a proposta pedagógica, que agrupa, a legislação vigente, os alunos em faixas etárias, com a preocupação de respeitar as características das crianças e dos adolescentes.
Esse sustentáculo, considerando o contexto social, econômico e político, além dos aspectos legais, deve permitir as adaptações curriculares em todos os níveis de ensino, da Educação Infantil até o Ensino Médio.
| Relação Idade | |
| Educação Infantil | 2 a 5 anos |
| Fundamental, Anos Iniciais | 6 a 10 anos |
| Fundamental, Anos Finais | 11 a 14 anos |
| Ensino Médio | 15 a 17 anos |
9.2. Distribuição do Tempo pelos Componentes Curriculares
A rotina na Educação Infantil é facilitadora dos processos de desenvolvimento e de aprendizagem. A organização do tempo prevê atividades individuais ou em grupo, com maior ou menor grau de concentração, de repouso, alimentação e higiene. O número de horas que a criança permanece na instituição, a amplitude dos cuidados físicos necessários ao atendimento, os ritmos e as diferenças individuais e a especificidade do trabalho pedagógico demandam um planejamento constante de rotina.
Nos demais segmentos (Ensinos Fundamental e Médio), o currículo está interligado e organizado de acordo com os objetivos, com as habilidades e com as competências que se diferenciam em função das etapas de aprendizagem tendo como objetivo avaliar as progressões ao final de cada série/ano.
10.1. Educação Infantil
O professor Alberto Mesquita, fundador do CSJT, criou a etapa da Educação Infantil em 1971, em uma época que este segmento do ensino não era reconhecido pela Constituição Federal vigente como um dever do Estado e um direito da criança. Apenas em 1988 é que se tornou a primeira etapa da Educação Básica no país (também composta pelos Ensinos Fundamental e Médio) por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, lei no 9.394/96 (LDB). Desde então, a instituição oferece um atendimento que tem o objetivo de promover o desenvolvimento integral das crianças, respeitando suas características físicas, afetivas, emocionais, sociais e cognitivas.
A expansão da Educação Infantil no Brasil e no mundo tem ocorrido de forma crescente nas últimas décadas, acompanhando a intensificação da urbanização, a participação da mulher no mercado de trabalho e as mudanças na organização e estrutura das famílias. Por outro lado, a sociedade está mais consciente da importância das experiências na primeira infância, o que motiva a demanda por uma educação institucional para crianças de 2 a 5 anos. Reafirmando essas mudanças, a LDB estabelece de forma incisiva “o vínculo entre o atendimento às crianças de zero a cinco anos e a educação formal”. A Educação Infantil é considerada a primeira etapa da educação básica, tendo como finalidade o desenvolvimento integral da criança até cinco anos de idade. O texto legal marca ainda que as instituições e devem criar um ambiente de acolhimento que dê segurança e confiança às crianças, garantindo-lhes a oportunidade para que sejam capazes de:
• Experimentar e utilizar os recursos de que dispõem para a satisfação de suas necessidades essenciais, expressando seus desejos, sentimentos, vontades e desagrados, e agindo com progressiva autonomia.
• Brincar.
• Relacionar-se progressivamente com demais profissionais da Instituição, demonstrando suas necessidades e interesses. A proposta da Educação Infantil do São Judas contempla o educar, o brincar e o cuidar, além de proporcionar um espaço físico apropriado. A cultura lúdica e a corporal têm espaço privilegiado no currículo. Na concepção do Colégio, o brincar é um canal para a criança se relacionar com o mundo. É no jogo que ela assimila, recria a experiência sociocultural dos adultos e constrói seus próprios conhecimentos, experimentando e representando o mundo real dentro da escola.
Além dos conteúdos escolares, o brincar também possibilita outras aprendizagens. Por meio do jogo simbólico, as crianças aprendem a conviver melhor dentro do grupo, desenvolvendo maneiras de enfrentar situações, aprendendo a regular o comportamento diante do grupo e a interagir com os pares.
A prática da Educação Infantil deve ser organizada de modo que as crianças desenvolvam os seguintes direitos e capacidades:
• Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;
• Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e o bem-estar;
• Estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua autoestima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;
• Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
• Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente e valorizando atitudes que contribuam para a sua conservação;
• Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades.
• Utilizar diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido; expressar suas ideias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo, portanto, a sua capacidade expressiva.
• Conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.
• Conviver com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas.
• Brincar cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais.
• Participar ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento da gestão da escola e das atividades, propostas pelo educador quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando em relação a eles.
• Explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia.
• Expressar, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens. Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário.
Além disso, a Educação Infantil,no CSJT, obedece aos direitos de aprendizagem, preconizados pela BNCC, a saber:
• Conviver: em tese, são propostas atividades que incentivem a interação entre crianças e adultos.
• Brincar: há momentos de brincadeiras livres e dirigidas frequentemente.
• Participar: as crianças são incluídas em decisões simples da rotina (escolha de histórias, músicas, materiais).
• Explorar: são oferecidas oportunidades de investigação (materiais, objetos, fenômenos da natureza).
• Expressar: também há manifestação por fala, gestos, desenho, música e dramatizações.
• Conhecer-se: há o estímulo à construção da identidade, da autoestima e da autonomia.
O LIV é prova disso.
O que esperar ao final da educação infantil do CSJT?
• Os alunos devem estar preparados para seguir os estudos no Ensino Fundamental, Anos
Iniciais.
• As crianças devem ampliar os seus conhecimentos e apreço pelo seu corpo, identificar os cuidados necessários para a manutenção da saúde e integridade do organismo e desenvolver atitudes de respeito e acolhimento pelas diferenças individuais, tanto no que diz respeito à diversidade étnico-cultural quanto em relação à inclusão de alunos da educação especial.
• Os alunos devem expressar percepções simples, bem definidas, de sua vida familiar, seus grupos e seus espaços e de convivência. No cotidiano, por exemplo, desenham familiares, identificam relações de parentesco, reconhecem a si mesmo em fotos (classificando-as como antigas ou recentes), guardam datas e fatos, sabem a hora de dormir e de ir para escola, negociam horários, fazem relatos orais e revisitam o passado por meio de jogos, cantigas e brincadeiras ensinadas pelos mais velhos.
10.2. Alfabetização
O trabalho na Educação Infantil no Colégio São Judas Tadeu, no que diz respeito ao processo de alfabetização, é feito desde o Minimaternal, obedecendo aos campos de experiência da BNCC.
A saber:
| Crianças de 1 a 3 anos | |
| 1 a 2 anos |
|
| 3 anos |
|
No Colégio São Judas Tadeu, a ação pedagógica com crianças de zero a três anos tem como objetivo principal o desenvolvimento da linguagem oral, da atenção, da memória, da coordenação motora, da imaginação e da curiosidade, experiências que alicerçam o futuro processo de alfabetização e letramento.
Nessa faixa etária, as interações e a brincadeira são os eixos estruturantes do trabalho pedagógico, conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Por meio do lúdico, da
interação com os pares e da exploração ativa do ambiente, as crianças aprendem a se comunicar e a se expressar, a conhecer o próprio corpo, a conviver em grupo e a desenvolver progressivamente sua autonomia. Além disso, há um notável desenvolvimento motor, abrangendo tanto a coordenação motora ampla quanto a coordenação motora fina. Para estimular esse avanço, as propostas envolvem ativamente movimentos corporais, atividades com música e a exploração de diferentes narrativas e histórias.
As práticas são cuidadosamente planejadas com base em situações afetivas, lúdicas e significativas. As propostas envolvem movimentos corporais, músicas, histórias, experiências com diferentes materiais e texturas, como a pintura, e brincadeiras que aprimoram a expressão criativa e as habilidades psicomotoras.
Como suporte pedagógico, utiliza-se um livro didático atualizado e em estrita consonância com os Campos de Experiência da BNCC. Esse recurso apresenta às crianças, de maneira gradual e contextualizada, as letras em forma bastão, algumas vogais e o reconhecimento inicial de números. Essa abordagem é sempre realizada de modo lúdico e exploratório, respeitando as etapas do desenvolvimento infantil. O livro é compreendido como um instrumento de apoio que orienta e enriquece as experiências em sala de aula, sem jamais substituir o protagonismo da criança e a mediação qualificada dos professores.
Paralelamente, há um portfólio individual, que reúne registros e produções infantis, possibilitando um acompanhamento contínuo, reflexivo e personalizado do processo de aprendizagem.
O compromisso do CSJT é garantir um ambiente acolhedor, seguro e estimulante, onde o cuidar e o educar caminham juntos. Dessa forma, promove se o desenvolvimento integral, valorizando as descobertas, as conquistas e as singularidades de cada criança. A atuação nessa faixa etária lança as bases do letramento, compreendendo que este se inicia muito antes do domínio do código escrito, nas múltiplas experiências de linguagem, expressão, movimento e afeto vividas diariamente.
| Crianças de 4 a 5 anos (Pré-escola) | |
| 4 anos |
|
| 5 anos |
|
A ação pedagógica para a faixa etária de 4 a 5 anos é planejada para promover a consolidação da autonomia, da curiosidade e do protagonismo da criança. As experiências são estruturadas em situações de aprendizagem que são lúdicas, significativas e contextualizadas, nas quais o brincar, explorar, experimentar e comunicar-se permanecem no cerne do processo. Nesta fase, valoriza-se a construção de conhecimentos, a criatividade, a imaginação, o pensamento crítico e o aprimoramento das relações sociais, garantindo um processo de aprendizagem integrado e diversificado.
O brincar, embora continue sendo central, é articulado a experiências que consolidam conhecimentos essenciais para as etapas subsequentes da Educação Básica: o desenvolvimento da linguagem oral, o pensamento simbólico, a percepção de letras e números, a criatividade, a expressão artística e corporal, a atenção, a memória e o raciocínio lógico.
Para apoiar a estruturação das habilidades iniciais de leitura e escrita, bem como a familiarização e o reconhecimento de números, o livro didático é utilizado como um recurso pedagógico estratégico, em estrita conformidade com a BNCC. É neste período que as crianças são introduzidas ao alfabeto completo e aos numerais de 0 a 60. Essa introdução é realizada de maneira gradual, contextualizada e sempre lúdica, assegurando que aprendizado seja significativo e respeite o ritmo de desenvolvimento de cada aluno. O material funciona como um suporte estrutural que organiza as experiências e potencializa a aprendizagem, sem se sobrepor à mediação pedagógica dos professores, à exploração ativa e ao protagonismo infantil.
As propostas de ensino são cuidadosamente delineadas para incluir um rico repertório que abrange brincadeiras dirigidas e livres, rodas de conversa, sessões de contação de histórias aprofundadas, experiências sensoriais complexas, produções artísticas e situações de exploração do ambiente. Essa diversidade de atividades promove o desenvolvimento integral, ao mesmo tempo em que favorece a expressão, a criatividade, a interação social e o início da reflexão sobre o mundo.
Dessa forma, a atuação desenvolvida busca assegurar que cada criança viva experiências plenas, ampliando suas descobertas, suas formas de expressão e seu relacionamento com o mundo, em um processo contínuo e consistente de desenvolvimento e aprendizagem.
| Crianças de 6 anos (início do Fundamental, mas ainda ligado à BNCC da Educação Infantil e do 1o ano do EF) |
|
O 1o Ano do Ensino Fundamental (destinado a crianças que completam 6 anos até 31 de março) marca a transição da Educação Infantil, valorizando a progressiva sistematização das aprendizagens e a articulação com as experiências lúdicas anteriores.
A partir do primeiro ano, inicia o processo de alfabetização de acordo com a BNCC. A prioridade inquestionável deste ano, que integra o ciclo de alfabetização (1o e 2o anos), é a apropriação inicial do Sistema de Escrita Alfabética. Nesta etapa, a ação pedagógica mantém o foco no lúdico e em situações de aprendizagem significativas, garantindo os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se, essenciais para o desenvolvimento das 10 Competências Gerais da BNCC.Na Área de Linguagens, o trabalho é organizado em Práticas de Linguagem e Campos de Atuação, buscando garantir que os estudantes compreendam a natureza alfabética da escrita, dominando a relação fonema-grafema e o conhecimento do alfabeto.
Os alunos são estimulados a reconhecer diferentes tipos de letras (bastão/imprensa e cursiva), segmentar palavras e produzir textos de variados gêneros textuais (como listas, convites, parlendas e contos), comunicando-se de forma cada vez mais expressiva e intencional.
Paralelamente, na Área de Matemática, a aquisição de conceitos essenciais é aprofundada por meio da Unidade Temática Números, consolidando habilidades como contagem, leitura e escrita de numerais, comparação e ordenação. Outras Unidades Temáticas, como Geometria, Grandezas e Medidas e Probabilidade e Estatística, são exploradas por meio de atividades concretas e jogos, estabelecendo o raciocínio lógico que sustenta o aprendizado formal.
Nas Áreas de Ciências da Natureza e Ciências Humanas (Ciências, Geografia e História), o trabalho envolve a curiosidade, a investigação e o pensamento crítico, incentivando os estudantes a explorar o mundo pessoal: eu, meu grupo social e meu lugar no mundo, identificando as características e as regras de diferentes ambientes (doméstico, escolar, comunidade).
Por fim, o desenvolvimento social e emocional é parte integrante do currículo, alinhado às Competências Gerais, com foco na Empatia e Cooperação e no Autoconhecimento e Autocuidado. As práticas pedagógicas incentivam a cooperação, o respeito às regras e à diversidade e a resolução autônoma de conflitos. A criatividade e a expressão (artística, corporal e digital) continuam sendo valorizadas por meio de múltiplas linguagens e do uso de tecnologias digitais de forma crítica e ética, garantindo que cada aluno construa bases sólidas para sua trajetória no Ensino Fundamental.
10.3. Ensino Fundamental
O Colégio São Judas Tadeu (CSJT) tem como objetivo primordial proporcionar uma formação integral aos seus alunos ao longo do Ensino Fundamental, contemplando o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e físico. Esta etapa, com duração mínima de nove anos, é estrategicamente desenhada para promover a construção de aprendizagens significativas e duradouras.
Nos Anos Iniciais (1o ao 5o ano), o aluno participa de um processo sistemático de construção do conhecimento, abrangendo as diversas áreas do saber e fomentando habilidades essenciais para a vida em sociedade: autonomia, responsabilidade, solidariedade e respeito ao bem comum.
O processo de ensino-aprendizagem é concebido de forma concreta, progressiva e contextualizada, reconhecendo o aluno como um ser único com suas individualidades. O currículo, por meio de investigações, experiências e conteúdos diversificados, é desafiador e significativo, oportunizando a construção de sentidos e favorecendo o desenvolvimento pleno de cada estudante.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o 1o ano marca o início formal do ciclo de alfabetização. Este é um momento determinante para o desenvolvimento da leitura e da escrita. As crianças são estimuladas a reconhecer o alfabeto completo, identificar famílias silábicas, formar palavras simples e construir frases curtas, desenvolvendo gradualmente a compreensão textual e a habilidade de produzir pequenos textos. As atividades pedagógicas incluem leitura compartilhada, contação de histórias, produção de textos e jogos lúdicos, garantindo que a alfabetização ocorra de maneira significativa e integrada às demais experiências.
Paralelamente, o desenvolvimento matemático no 1o ano contempla os numerais de 0 a 100. As atividades promovem a contagem, comparação, ordenação e classificação de quantidades, além de introduzir conceitos de medida, peso, tempo e formas geométricas. O conteúdo é explorado de forma prática e contextualizada, por meio da manipulação de materiais e jogos, o que favorece o raciocínio lógico e a aplicação de ideias matemáticas no cotidiano.
A instituição valoriza, de forma contínua, o desenvolvimento social, emocional e motor. Isso se manifesta no estímulo constante à cooperação, ao respeito às regras, à expressão de sentimentos e à autonomia. As crianças participam de brincadeiras dirigidas e livres, dramatizações, musicalização e produções artísticas, desenvolvendo múltiplas formas de expressão e interação social. Adicionalmente, o currículo é enriquecido pela Parte Diversificada, que inclui conteúdos regionais e complementares, e pelos Projetos Integradores. A interdisciplinaridade e a abordagem de temas transversais permitem que os alunos construam significados a partir de suas experiências e da realidade local, cultivando o pensamento crítico e a capacidade de intervenção social, essenciais para a formação de cidadãos conscientes e atuantes.
A metodologia de trabalho orienta os professores por meio de planejamento coletivo e capacitações contínuas, garantindo que as práticas pedagógicas estejam alinhadas aos objetivos curriculares e às diretrizes da BNCC. Ao final dos Anos Iniciais, o CSJT espera que os alunos estejam aptos a prosseguir para os Anos Finais com bases sólidas em leitura, escrita e matemática. Além disso, terão desenvolvido competências socioemocionais fundamentais — como empatia, ética, autoconhecimento, confiança, responsabilidade e colaboração — e estarão aptos a utilizar diferentes linguagens (verbal, visual, sonora e digital) para se expressar e transformar a realidade social, atuando de forma crítica, criativa e ética na sociedade contemporânea.
O Ensino Fundamental tem como proposta o acesso à educação geral, com ênfase no pensar, experimentar, criar e descobrir, proporcionando ao educando construir seu processo de aprendizagem, ao mesmo tempo em que desenvolve a autonomia, a responsabilidade, a solidariedade e o respeito ao bem comum. Essa modalidade, com duração mínima de 9 anos, busca nos cinco primeiros anos introduzir o aluno num processo sistemático da construção do conhecimento, envolvendo as diversas áreas do saber e buscando o desenvolvimento de capacidades de aprendizagem de conteúdos necessários à vida em sociedade.
A partir dessa estratégia, deve ser pensado o processo de aprendizagem de forma concreta para posterior abstração. Nessa fase, em especial, deve-se respeitar o aluno como um ser único, com suas individualidades e, a partir daí, desenvolver um trabalho pedagógico, em que as experiências, as investigações e os conteúdos diversificados façam parte do currículo, de forma desafiadora, oportunizando a construção de significados. A alfabetização merece destaque e é desenvolvida por meio de ditados e produção de texto.
No que se refere à segunda etapa do Ensino Fundamental, o propósito é oferecer ao aluno uma aproximação mais elaborada de conteúdos avaliados como essenciais para o processo de consolidação do nível de ensino. Isto implica igualmente sistematizar a solicitação de atitudes de pesquisa, estudo, organização, argumentação e expressão do aluno, fundamentais para uma inserção crítica e criativa na realidade. Para isso, é necessário compreender o currículo na sua amplitude: Currículo Formal (planos pedagógicos); Currículo em Ação, considerado o real (o que efetivamente acontece em sala de aula, na escola); Currículo Oculto (aquilo que não está explicitado, mas que perpassa as atividades escolares).
A Base Nacional Comum Curricular garante uma unidade nacional, para que todos os alunos possam ter acesso aos conhecimentos mínimos necessários ao exercício da vida cidadã. A BNCC é, portanto, uma dimensão obrigatória dos currículos nacionais e é definida pela União. A Parte Diversificada do currículo, também obrigatória, compõe-se de conteúdos complementares, identificados na realidade regional e local, que devem ser escolhidos em cada sistema ou rede de ensino e em cada escola. Assim, a escola tem autonomia para incluir
temas de seu interesse.
O Currículo Formal do Ensino Fundamental, Anos Iniciais, do CSJT contempla a Base Nacional Comum com as disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Ciências, Arte, Educação Física, além de Química e Física (apenas para o 9o ano). A Parte diversificada é composta das disciplinas: Língua Estrangeira Moderna, Inglês, Desenho Geométrico e Técnicas de Redação (a partir do 6o ano). A essa base, inserem-se os Projetos Integradores, que podem ser inter ou transdisciplinares.
Destacam-se ainda a interdisciplinaridade e os temas transversais que promovem a comunicação entre as disciplinas voltadas para a integração do conhecimento de caráter universal, trazendo-os para o contexto local de forma que o aluno aprenda da realidade e da realidade. Os temas são definidos em reuniões de planejamento, são discutidos por toda a equipe docente. Com base na lei no 77/2008, temas e projetos que inserem o Estatuto da Criança e do adolescente (ECA), o trabalho com idosos, o meio ambiente, a consciência e a cultura afrodescendente e a musicalidade são bases para a definição dos trabalhos transversais a serem desenvolvidos a cada ano letivo.
Levando-se em consideração a metodologia definida pelo Colégio São Judas Tadeu, os professores são orientados por meio de reuniões de planejamento, cursos e palestras, adequando assim sua disciplina à melhor didática; de forma a atingir satisfatoriamente os objetivos a serem alcançados.
O que esperar ao final do Ensino Fundamental, Anos Iniciais, do CSJT?
• Estar preparado para seguir os estudos no Ensino Fundamental, Anos Finais, e Médio para, posteriormente, ingressar numa boa Instituição de Ensino Superior, as de melhor desempenho pelas avaliações do MEC e reconhecidas pelo mercado.
• Ter desenvolvido, além das habilidades técnicas, as habilidades socioemocionais: empatia, autoestima, ética, paciência, autoconhecimento, confiança, responsabilidade, autonomia, criatividade, comunicação, colaboração, pensamento crítico, respeito e caráter. Todas essas habilidades são extremamente necessárias para que os alunos lutem pelas causas que precisam lutar e usem seu talento para resolver problemas.
• Estar preparado para a contemporaneidade a fim de compreender a vida em sociedade exige requisitos para o crescimento e o desenvolvimento do cidadão.
• Estar apto para a transformação da realidade social, valorizando a vida e a dignidade humana, orientadas pelo conhecimento e pela ética.
• Compreender de modo global a realidade para exercer sobre ela papel de agente transformador e para sugerir práticas solidárias de intervenção social.
• Utilizar diferentes linguagens – verbal ou não-verbal, visual, sonora e digital – bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos.
O que esperar ao final do Ensino Fundamental, Anos Finais, do CSJT?
• Estar preparado para seguir os estudos no Ensino Médio e, posteriormente, numa boa Instituição de Ensino Superior, as de melhor desempenho pelas avaliações do MEC e reconhecidas pelo mercado.
• Ter desenvolvido, além das habilidades técnicas, as habilidades socioemocionais: empatia, autoestima, ética, paciência, autoconhecimento, confiança, responsabilidade, autonomia, criatividade, comunicação, colaboração, pensamento crítico, respeito e caráter. Todas essas habilidades são extremamente necessárias para que os alunos lutem pelas causas que precisam lutar e usem seu talento para resolver problemas.
• Estar preparado para a contemporaneidade a fim de compreender a vida em sociedade exige requisitos para o crescimento e o desenvolvimento do cidadão.
• Estar apto para a transformação da realidade social, valorizando a vida e a dignidade humana, orientadas pelo conhecimento e pela ética.
• Compreender de modo global a realidade para exercer sobre ela papel de agente transformador e para sugerir práticas solidárias de intervenção social.
• Utilizar diferentes linguagens – verbal l ou não-verbal, visual, sonora e digital – bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos.
10.4. Ensino Médio
O Currículo Formal do Ensino Médio contempla a Base Nacional Comum Curricular nas suas áreas de conhecimentos e suas respectivas competências. Além disso, considerando que os vestibulares e a prova do Exame Nacional do Ensino Médio são as portas de entrada para quem quer ingressar na universidade, as matrizes curriculares levam em consideração também as competências e habilidades exigidas pelo ENEM.
Assim como as demais etapas da Educação Básica, o Ensino Médio precisa garantir ao aluno uma boa formação cultural. E esta é uma diretriz no Colégio São Judas Tadeu: a qualidade do ensino dado aos jovens não se limita apenas ao momento de transição para o Ensino Superior. O aprendizado forma cidadãos prontos para o mundo (e para transformar o mundo).
O Ensino Médio não pode ser visto apenas como um período de preparação para o vestibular. Há outros valores implicados. A consolidação dos laços humanos de amor e de amizade e o modo como se identificam e se atribuem valores pessoais às diversas possibilidades que o mundo oferece ocorre nesse período decisivo da adolescência. Os jovens serão os protagonistas da transformação social e, por isso, é fundamental que sejam pessoas formadas com integridade e com valores humanos bem definidos.
O CSJT defende que os estudantes façam escolhas seguras e consistentes para o futuro. Ao concluir o Ensino Médio, muitos optam por seguir imediatamente no Ensino Superior. Mas esta nem sempre é a única opção. Seja porque a escolha de uma carreira ainda não está amadurecida, seja porque na área de atuação ainda não são oferecidos cursos em nível superior (o que é bastante comum, por exemplo, quando se trata de novas tecnologias).
Para além da carreira imediata em nível superior, há outros caminhos possíveis, como a vivência no exterior, devido ao contato com outro idioma, hábitos e culturas e à superação dos próprios limites. O importante é o estudante ter a consciência de nunca parar seus estudos.
Para orientar os alunos desta etapa, o CSJT promove encontros com especialistas em ensino superior e desenvolve projetos inter ou transdisciplinares, cujo propósito é a intervenção social do corpo discente em problemas do dia a dia.
O Colégio dispõe de uma parte diversificada em seu currículo, pois acredita que esses saberes podem ampliar o horizonte dos estudantes no sentido de despertar suas vocações. São os chamados itinerários formativos.
O CSJT também orienta as famílias que deem liberdade de escolha ao jovem, sem a influência da profissão dos pais ou mesmo a continuidade do empreendimento da família.
Defende, ainda, que é importante respeitar as escolhas de cada um e que o papel dos educadores e da família é a orientação.
O que esperar ao final do Ensino Médio do CSJT?
• Estar preparado para seguir os estudos numa boa Instituição de Ensino Superior, as de melhor desempenho pelas avaliações do MEC e reconhecidas pelo mercado.
• Ter desenvolvido, além das habilidades técnicas, as habilidades socioemocionais para ingresso no ensino superior e no mercado de trabalho.
• Habilidades socioemocionais: empatia, autoestima, ética, paciência, autoconhecimento, confiança, responsabilidade, autonomia, criatividade, comunicação, colaboração, pensamento crítico, respeito e caráter. Todas essas habilidades são extremamente necessárias para que os alunos lutem pelas causas que precisam lutar e usem seu talento para resolver problemas.
• Estar preparado para a contemporaneidade a fim de compreender a vida em sociedade exige requisitos para o crescimento e o desenvolvimento do cidadão.
• Estar apto para a transformação da realidade social, valorizando a vida e a dignidade humana, orientadas pelo conhecimento e pela ética.
• Compreender de modo global a realidade para exercer sobre ela papel de agente transformador e para sugerir práticas solidárias de intervenção social.
• Utilizar diferentes linguagens – verbal ou não-verbal, visual, sonora e digital – bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos.
A proposta de ensino do Colégio São Judas Tadeu alicerça-se em uma educação dinâmica, na qual os alunos são protagonistas e construtores dos saberes, portadores de direitos, necessidades e de deveres, motivados a participar de seu processo de aprendizagem e a interagir com responsabilidade.
São desenvolvidas habilidades de trabalhar coletivamente e habilidades de encontrar o seu lugar no trabalho coletivo. Desenvolvendo assim a criatividade organizativa dos educandos e profissionais.
O CSJT prima pela formação humana significativa de fazer da escola um tempo de vida permitindo que seus alunos construam a sua vida escolar.
11.1. Educação Infantil
O CSJT considera como objetivo central da ação pedagógica na Educação Infantil a ampliação do repertório cultural das crianças, tendo como eixos curriculares as interações e as brincadeiras, permeadas pela linguagem musical, oral, escrita, matemática e corporal.
Os conteúdos são trabalhados por meio de brincadeira, imitação e recriação de papéis. Na escola, inicia-se a construção de sua identidade social fora do âmbito familiar. À medida que o foco de atenção da criança muda, ela começa a atuar de maneira mais convencional: regras, comunicação e conteúdos passam a ser investigados iniciando a construção do seu papel de estudante.
11.2. Ensino Fundamental
Os estudantes apropriam-se de rotinas, criam responsabilidades e aprimoram conhecimentos adquiridos anteriormente, desenvolvendo competências já consolidadas.Eles ampliam suas possibilidades de análise e reflexão, alargando também sua compreensão sobre os conteúdos. Associados a essas responsabilidades, os alunos desenvolvem os Projetos Integradores.
11.3. Ensino Médio
Nesta etapa, o estudante elabora conceitos mais abstratos e passa a exercer o seu papel de estudante de forma mais autônoma. Ele fica mais questionador, crítico, amplia sua compreensão sobre a realidade. Precisa também de mais tempo e esforço cognitivo para realizar tarefas e alcançar metas estabelecidas, que podem ser oportunizadas pelos Projetos Integradores.
12.1. Educação Infantil
Pensamento, Linguagem e Imaginação, Matemática,Artes Visuais, Natureza e Sociedade, Música, Movimento (Educação Física / Ginástica Rítmica),Língua Inglesa, LIV (Laboratório Inteligência de Vida), Atividades Lúdicas.
12.2. Ensino Fundamental, Anos Iniciais
Laboratório Inteligência de Vida, História, Ciências, Geografia, Educação Física, Inglês, Matemática, Arte e Língua Portuguesa.
12.3. Ensino Fundamental, Anos Finais
História, Ciências, Geografia, Educação Física, Língua Inglesa, Matemática, Arte, Língua Portuguesa, Redação, Química, Física, Desenho Geométrico e LIV – Laboratório Inteligência de Vida.
12.4. Ensino Médio
12.4.1. Formação Geral:
Arte, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Literatura, Matemática, Sociologia, Química. Itinerários Formativos:
Itinerários ligados às quatro áreas do conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Itinerário ligado à formação técnica e profissional: LIV – Laboratório Inteligência de Vida.
Os temas interdisciplinares envolvem diferentes disciplinas e são trabalhados de acordo com a necessidade da equipe pedagógica, enfatizando o desenvolvimento e aspectos do comportamento humano. O aluno é protagonista do seu trabalho, pois constrói competências, habilidades e valores que transcendem os limites tradicionais das disciplinas, com as quais pode trabalhar nos Projetos Integradores. A tarefa educativa ultrapassa o âmbito da sala de aula, favorecendo a integração e a intervenção social. Respeita os saberes dos estudantes e sua diversidade cultural e linguística.
No ambiente escolar e humanístico, os conflitos, problemas, ideias e sentimentos fluem, pois assim se dá a formação coletiva de cada cidadão. Dessa forma, apresentam-se aos alunos e fazem-se descobrir novas relações, por meio da reformulação ou da reconfiguração de fatos conhecidos para que se entenda o processo de construção do conhecimento em equipe.
O LIV é um programa brasileiro que tem por objetivo desenvolver a educação socioemocional, por meio da qual os alunos são preparados para os desafios do século XXI, usando um programa que desenvolve competências socioemocionais
Os estudantes expõem os seus projetos desenvolvidos nas aulas de Laboratório Inteligência de Vida, trabalham a habilidade socioemocional e são protagonistas desse processo. As ações do LIV promovem a cidadania, a consciência social e a sustentabilidade. O LIV se propõe a aproximar famílias e escola a partir de um aprendizado socioemocional que impacta a sala de aula e a vida cotidiana. Assim sendo, pretende criar espaços de fala e de escuta dentro de sala de aula. Também trabalha para que esses espaços de fala e escuta sejam criados e fortalecidos dentro de casa, muito além da sala de aula.
O Colégio São Judas Tadeu adota o LIV (Laboratório Inteligência de Vida) da Educação Infantil ao primeiro ano do Ensino Médio. Vale destacar como o programa é trabalhado:
14.1. Educação Infantil
Convidar as crianças a reconhecer e a nomear as emoções básicas: medo, alegria, tristeza, raiva e o amor, essencial nos vínculos afetivos e na construção subjetiva.
14.2. Ensino Fundamental, Anos Iniciais
Do 1o ao 3o ano, o foco é o conceito da Inteligência Emocional do psicólogo Daniel Goleman. Por meio de histórias e personagens exclusivos, os alunos são instados a compreender sentimentos complexos e há o estímulo os quatro pilares da teoria:
autoconhecimento;
autorregulação;
empatia;
relacionamento.
Nos 4o e 5o anos, inicia-se uma aventura intergaláctica. Com projetos e jogos colaborativos exclusivos, estimula-se que os estudantes entendam o seu papel no mundo. Aposta-se na gamificação e no protagonismo dos alunos para começar a realizar o desenvolvimento das habilidades socioemocionais, como comunicação, criatividade e colaboração.
14.3. Ensino Fundamental, Anos Finais
Nesta fase, os estudantes experimentam um momento de muitas transformações: a adolescência.
Por meio de projetos, dinâmicas e séries audiovisuais, busca-se uma conexão com as vivências dos alunos, ajudando-os a lidar com os desafios e a desenvolver habilidades socioemocionais, tais como:
pensamento crítico;
perseverança;
proatividade;
colaboração;
comunicação;
criatividade.
14.4. Ensino Médio
Alinhado com o Novo Ensino Médio, o LIV estrutura o Projeto de Vida do aluno! Muito além de traçar metas, ele envolve sonhos, cobranças, oportunidades, reconhecimento de limites, potências e expectativas de si e dos outros.
Por meio de recursos audiovisuais exclusivos, textos e dinâmicas coletivas e individuais, contemplamos os quatro eixos estruturantes exigidos pela BNCC no Novo Ensino Médio:
investigação científica;
processos criativos;
mediação e intervenção sociocultural; empreendedorismo.
A era digital vem transformando profundamente a maneira como as pessoas interagem com o mundo, e a educação faz parte dessa transformação. Embora jogos específicos como Minecraft não sejam mencionados diretamente nos documentos normativos e regulatórios, as diretrizes educacionais reconhecem o potencial das tecnologias digitais e dos jogos para o desenvolvimento de competências essenciais.
A educação digital e midiática é, em essência, uma área interdisciplinar que abrange competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) relativas ao uso de tecnologias, comunicação, reflexão, análise de informações e mídias, cultura digital, mundo digital e pensamento computacional. O objetivo é preparar os estudantes para o pleno exercício da cidadania digital na contemporaneidade.
O pensamento computacional é uma habilidade que envolve compreender, analisar, definir, modelar, resolver, comparar e automatizar problemas de forma metódica e sistemática. Ele aplica fundamentos da computação para aprimorar a aprendizagem e o pensamento criativo e crítico em diversas áreas do conhecimento.
Para as etapas iniciais, como a Educação Infantil, a introdução da educação digital e midiática pode ocorrer por meio de brincadeiras e jogos que auxiliam na construção de conceitos iniciais, com foco na experiência e exploração do mundo e na computação desplugada. Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, esses elementos continuam a ser inseridos para ajudar na compreensão da língua e das linguagens, na identificação de padrões e na consolidação de conhecimentos matemáticos e lógicos.
Para a Educação Infantil, o Minecraft é uma ferramenta educacional inovadora que se alinha perfeitamente às diretrizes de educação digital e midiática. Seu ambiente, dividido em blocos, oferece liberdade para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e criativas das crianças. Em suma, são os primeiros passos para a educação digital por meio de brincadeiras e jogo, mediados por profissionais da educação.Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, o Minecraft é uma ferramenta que aprimora a aprendizagem e o pensamento criativo e crítico, consolidando conhecimentos matemáticos e lógicos, e auxilia na compreensão das linguagens, uma delas a matemática. O objetivo é promover o letramento digital e a cidadania digital, ensinando o uso responsável, ético e crítico das tecnologias para que os estudantes desenvolvam competências essenciais, garantindo sua segurança e bem-estar no ambiente digital e físico.
O uso de dispositivos digitais na escola é recomendado para fins pedagógicos, desde que seja intencional, planejado e mediado por professores capacitados a trabalhar com dispositivos fornecidos pelo Colégio. Para o Ensino Fundamental, Anos Iniciais, o uso é incentivado de forma gradual, alinhado ao desenvolvimento da autonomia do estudante.
O Minecraft é uma ferramenta de aprendizado e de desenvolvimento, cujo ambiente é composto por blocos, oferecendo uma liberdade quase ilimitada que estimula uma vasta gama de habilidades cognitivas, sociais e criativas.
Em suma, usar as tecnologias vai além da sala de aula tradicional e, embora o jogo Minecraft não apareça textualmente nas normativas do MEC, ele é um instrumento de apoio à integração cuidadosa e intencional de ferramentas digitais e de jogos educacionais para desenvolver o pensamento computacional.
O Colégio São Judas Tadeu oferece, em parceria com o SEBRAE, um programa de atividades empreendedoras voltado aos alunos do Ensino Fundamental, do primeiro ao nono ano.
Esse programa visa a promover atividades que estimulam o desenvolvimento do potencial empreendedor dos alunos e incentivar o desenvolvimento de habilidades essenciais como criatividade, liderança e solução de problemas, sempre de maneira lúdica e adaptada à faixa etária.
As atividades proporcionam aos alunos a oportunidade de aprender sobre empreendedorismo de forma prática, despertando neles um senso de responsabilidade e de colaboração que será útil em diversos aspectos de sua vida estudantil e pessoal.
Para os alunos dos Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental, desenvolve-se o Projeto JEPP (JOVENS EMPREENDEDORES PRIMEIRO PASSOS), que trabalha dois eixos centrais com os alunos: Comportamento Empreendedor e Planejamento, por meio do qual, a cada ano, os alunos estudam um projeto diferente seja um comércio, uma prestação de serviço ou uma indústria de acordo com a faixa etária.
O JEPP prepara o aluno para ser protagonista da própria vida, possibilitando a vivência em equipe, o erro como parte da aprendizagem e o desenvolvimento da percepção com o que acontece ao seu redor. Potencializam-se valores como ética e cidadania, cooperação, inovação e ecossustentabilidade, por meio de atividades em oficinas com atividades e jogos que favorecem o envolvimento dos alunos.
Durante o programa JOVENS EMPREENDEDORES PRIMEIROS PASSOS, são desenvolvidos os seguintes temas:
1o ano: Descobertas empreendedoras no jardim sensorial.
2o ano: Descobrindo alimentos e temperos naturais.
3o ano: Brinquedos ecológicos.
4o ano: Produções culturais criativas.
5o ano: Sabores e cores regionais.
6o ano: Soluções sustentáveis.
7o ano: Robótica empreendedora.
8o ano: Tecnologias Digitais e Soluções Empreendedoras.
9o ano: Tecnologias Digitais e Soluções Empreendedoras.
A parceria com o SEBRAE vai além do ensino de conceitos, ela é um pilar para o desenvolvimento de cidadãos conscientes, críticos e preparados para construir um futuro mais inovador e sustentável. E assim os alunos dão os primeiros passos em direção a uma vida de propósito e impacto, alinhados aos princípios da educação integral.
O objetivo do curso é complementar o desenvolvimento do aluno e ampliar o seu repertório de aprendizagens, trabalhando com a criança de forma mais ampla, dando importância às artes, à música, desenvolvendo as dimensões afetivas, artísticas, os valores, a saúde e o corpo.
Para dar atenção especial a esses aspectos, necessita-se de mais tempo e de espaços apropriados. Tais atividades melhoram o aprendizado escolar e aumentam a autoestima, possibilitando-lhes resgatar valores.
Vale destacar que esse trabalho é feito com crianças de 2 a 7 anos e é todo fundamentado num planejamento pedagógico, para aproveitar de forma transversal todo o tempo.
Leva-se em consideração que o curso livre está focado no desenvolvimento integral do aluno. O tempo de permanência na escola, em circunstância de aprendizagem, é um dos objetivos que o sustentam.
O primeiro deles é o desenvolvimento do ser humano, formando o aluno não só do ponto de vista intelectual, mas sim no afetivo, no social e no físico, buscando, assim, uma integração de tempos e espaços como o segundo objetivo.
Já o terceiro objetivo é o desenvolvimento das atividades. Dentre as atividades oferecidas nos cursos livres estão:
– Atividades com Lego
– Hora da Leitura
– Oficinas Culturais (Ginástica Rítmica, Música, Teatro e Artes)
– Atividades esportivas (Futebol, Taekwondo)
– Práticas em salas Ambientes (Mercadinho, Brinquedoteca, Brinquedão e Parque)
– Cursos de férias
17.1. Esportes
O CSJT oferece aos estudantes atividades esportivas em diferentes modalidades. Essas práticas desportivas, muito além dos aspectos biológicos e desempenho físico, visam ao desenvolvimento integral de seus alunos, respeitando seus estágios e as fases de crescimento com o objetivo de promover a sociabilidade, o amadurecimento emocional e psicomotor do indivíduo, favorecendo a aprendizagem do saber e saber perder, do repartir, do organizar, do liderar, do persistir e do ser responsável.
Outras atividades oferecidas são: taekwondo, ginástica rítmica, futsal, iniciação esportiva (Educação Infantil)
17.2. Arte e Música
Busca desenvolver a expressão corporal, cultivar senso rítmico, trabalhar a sensibilidade, desenvolver aptidão musical, desenvolver a coordenação visual motora e desenvolver habilidades espaço- temporal.
Com professores habilitados e estrutura curricular, o CSJT proporciona várias atividades musicais, entre elas:
Teclado
Piano.
Iniciação musical
Em um cenário globalizado e dinâmico, a proficiência em um segundo idioma é uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento integral dos estudantes. Um projeto bilíngue na escola não apenas ensina uma nova língua, mas abre portas para novas culturas e perspectivas.
O Colégio São Judas Tadeu oferece um projeto bilíngue inovador que proporciona aos estudantes contato com a Língua Inglesa desde a Educação Infantil, estendendo-se até o Ensino Fundamental – Anos Finais.
As aulas são caracterizadas por sua dinâmica e são ministradas por professores altamente capacitados. O material didático utilizado é de nível internacional, fornecido pela Macmillan Education, uma editora com mais de 180 anos de atuação em mais de 30 países, garantindo um ensino de qualidade e alinhado com as melhores práticas globais.
O projeto bilíngue tem múltiplos objetivos e visa à (ao):
• Vivência do idioma: proporcionar uma imersão na Língua Inglesa (L2), permitindo que os alunos vivenciem o idioma ativamente.
• Desenvolvimento de habilidades: fortalecer habilidades linguísticas e sociais em um ambiente que favorece a ampliação da visão global dos estudantes.
• Competência comunicativa: desenvolver a competência comunicativa, essencial para a interação em diferentes contextos.
• Preparo para o futuro: oportunizar a vivência da língua estrangeira de forma significativa e preparar os estudantes para provas de proficiência, que podem ser aplicadas como parte do programa.
• Ampliação cultural: contribuir para o conhecimento de outras culturas, enriquecendo o repertório cultural das crianças e dos jovens e para lhes garantir uma formação integral.
• Respeito à individualidade: respeitar o ritmo de aprendizagem de cada aluno, suas habilidades, competências e interesses.
O projeto bilíngue como o do CSJT é um investimento na formação integral dos estudantes, preparando-os não apenas em termos linguísticos, mas também culturais e sociais para um mundo cada vez mais interconectado.
A educação é um processo dinâmico e possui um poder transformador, que prepara o educando para vida social tendo como objetivo a compreensão crítica da realidade e participação coletiva na transformação social. Sendo assim, o CSJT leva o aluno para além dos conteúdos curriculares, inserindo-o na realidade e contexto dos assuntos trabalhados, para assim construir novos conhecimentos por meio das experiências vividas, despertar a consciência crítica e ampliar o repertório cultural e a visão de mundo.
19.1. Acampamentos
Com o objetivo de colocar o aluno diante de situações originais, desafiadoras e
pedagógicas, que ao lado do estímulo à criatividade e à vida socioafetiva, favorecem a
construção de conhecimentos e valores. Essas Atividades poderão ser oferecidas nas
seguintes localidades:
• Day Camp: Sítio do Carroção – 4os e 5os anos do Ensino Fundamental.
• NR 2: 6os e 8os anos do Ensino Fundamental.
• Resort Barra Bonita – 9os anos – Formatura.
• Cancun – 3so anos do Ensino Médio – Formatura.
19.2. Projetos do Ensino Médio
19.2.1. Projeto Profissões
O Projeto Profissões do Colégio São Judas Tadeu tem como objetivo proporcionar aos adolescentes o conhecimento da diversidade das profissões e possibilitar a construção de conhecimentos sólidos sobre o mercado de trabalho e as competências necessárias para o desenvolvimento profissional, além de desenvolver essas habilidades através de dinâmicas, palestras, vídeos e orientação vocacional.
As inovações tecnológicas, organizacionais e de mercado têm impulsionado profundas transformações no mundo do trabalho. Diversas profissões com conteúdos inovadores estão sendo criadas, visando a acompanhar o ritmo das mudanças. Transformações estruturais nas relações de trabalho também têm sido observadas. Como consequência dessas transformações, o empreendedorismo tem sido a alternativa para a geração de emprego e renda.
A educação complementar valoriza os temas transversais, o tema profissões busca propor discussões que valorizem os diferentes tipos de trabalho como forma de expressão cultural.
Com esses pressupostos a serem estudados, o adolescente passará a conhecer o perfil do profissional no mercado de trabalho atual e a expectativa desses profissionais no futuro, as diversidades de profissões e suas contribuições na sociedade, favorecendo a construção da identidade pessoal com novas perspectivas e projetos de vida, além de contribuir para uma escolha mais consciente de carreira futura.Oficina de Redação
A Redação é um dos pontos de maior relevância para obtenção de uma vaga em instituições de ensino superior ou para um bom desempenho no Enem.
Uma boa produção de texto é aquela cujo autor demonstra vasta cultura geral, prova por meio de raciocínio concludente que sabe argumentar com coerência e apresenta deduções que denotam a verdade de sua conclusão por se apoiar em premissas admitidas como verdadeiras. Por esses motivos é que a redação tem um grande peso na nota.
O CSJT com o Projeto Redação tem como objetivo auxiliar seus alunos do Ensino Médio a saber escrever, expressar-se, relacionar ideias, criar argumentos, articular soluções. Essas são habilidades que serão exigidas de todos a todo tempo por toda a vida. Ao se pensar no vestibular como o início da passagem para uma vida adulta, pode-se considerar a redação como uma amostra daquilo que faremos constantemente como profissionais adultos: resolver problemas.
Em parceria com empresas especializadas na correção de redações, usando os parâmetros dos vestibulares mais prestigiados, o Colégio possibilita ao aluno, além da produção e correção comentada dos textos enviados via plataforma, aulas on-line para ampliar o conhecimento sobre redação e, aos professores, relatórios pedagógicos de acompanhamento dos estudantes.
19.2.2. Atualidades
O projeto Atualidades tem como função básica oferecer aos estudantes diferentes conteúdos que transitam no mundo moderno, possibilitando uma formação geral para compreender, relacionar os principais problemas das questões contemporâneas e buscar soluções. Além disso, o Projeto amplia a capacidade argumentativa e desenvolve o senso crítico dos discentes, capacitando-os a compreender as transformações socioculturais do Brasil e do mundo.
19.2.3. Esportes
O CSJT oferece aos estudantes dos Ensinos Fundamental, Anos Iniciais e Anos Finais, do Médio atividades esportivas em diferentes modalidades. Essas práticas desportivas, muito além dos aspectos biológicos e do desempenho físico, visam ao desenvolvimento integral de seus estudantes, respeitando seus estágios e fases de crescimento com o objetivo de promover a sociabilidade, o amadurecimento emocional e psicomotor do indivíduo.
19.2.4. Comunique-se
Este projeto tem como objetivos: capacitar estudantes para produção de podcasts (arquivos digitais de áudio) e/ou videocasts (arquivos digitais audiovisuais); promover a inserção do corpo discente na produção audiovisual; fornecer repertório teórico e prático que possibilite a realização e gravação de entrevistas; preparar alunos(as) para vivências na área da Comunicação Social; realizar entrevistas com professores, funcionários e outras pessoas relevantes ao universo do CSJT, para que contem experiências profissionais e pessoais, hobbies, história da Mooca etc.
O Projeto Comunique-se está aberto aos alunos a partir do oitavo ano.
19.3. Aulas de Reforço
Entendendo os desafios da escola frente ao seu papel sociocultural, o CSJT implementa o reforço escolar para atender aos alunos do Ensino Fundamental, que não atingiram competências compatíveis com os conteúdos propostos do ano escolar que estão frequentando. No Ensino Médio, esse reforço é uma modalidade chamada monitoria, que será tratada mais adiante.
Esse projeto tem como base a necessidade de dar um apoio extraclasse para os estudantes que se encontram com dificuldades na aprendizagem, fornecendo atividades diversificadas e de forma individualizada e com metodologia diferenciada.
As aulas são realizadas durante todo o ano da seguinte maneira:
– No Ensino Fundamental, Anos Iniciais, o aluno será encaminhado ao reforço indicado por seu (sua) professor (a). Para os alunos do Ensino Fundamental, Anos Finais, será necessário que o aluno faça a sua inscrição no site do Colégio.
Matemática e Língua Portuguesa para Ensino Fundamental, Anos Iniciais
Matemática, Língua Portuguesa, Desenho Geométrico e Ciências (Física e Química) para Ensino Fundamental, Anos Finais.
O CSJT defende que o professor seja um modelo para os seus alunos. Para isso, ele precisa ter espaço para ser autônomo, pensante, autoral, dinâmico e reflexivo.
Se uma das orientações é formar cidadãos capazes de criar, de inventar, de agir com autonomia e responsabilidade, o exemplo necessariamente precisa partir da prática dos mestres. Cada escola e cada turma em particular têm seu próprio ritmo e esse diálogo é uma marca do CSJT.
Da Educação Infantil ao Ensino Médio, são adotados livros didáticos, com a finalidade de adequar a proposta pedagógica da instituição e o planejamento proposto de cada professor. A metodologia é colocada em prática por meio de projetos, o que permite que os professores estruturem o ensino e a aprendizagem com maior articulação de informações, sem perder de vista a individualidade dos alunos e a interdisciplinaridade na construção do conhecimento.
22.1. Educação Infantil
Brincadeira como desenvolvimento e aprendizagem social, construção de identidade e de autonomia e desenvolvimento das diferentes linguagens de forma lúdica e colaborativa.
Ensinos Fundamental e Médio
Áreas de conhecimentos com abordagem interdisciplinar, transdisciplinar e contextualizada. Enfatiza o desenvolvimento de competências e habilidades, permitindo ao estudante fazer correlatos do mesmo tema em diversos componentes curriculares. Desenvolve a autonomia do aluno no processo de aprendizagem, capacita o aluno a utilizar os conteúdos de forma crítica, em que ele passa a reconhecer e respeitar o direito do outro à diversidade.
A avaliação é parte integrante do processo ensino / aprendizagem e ganhou, na atualidade, espaço muito amplo nos processos de ensino. Requer preparo técnico e grande capacidade de observação dos profissionais envolvidos.
A avaliação da aprendizagem é um processo mediador na construção do currículo e se encontra intimamente relacionada à gestão de aprendizagem dos alunos.
As avaliações devem ser instrumentos imprescindíveis à verificação do aprendizado efetivamente realizado pelo aluno, ao mesmo tempo em que forneçam subsídios ao trabalho docente, direcionando esforço empreendido no processo de ensino e aprendizagem de forma a contemplar a melhor abordagem pedagógica e o mais pertinente método didático adequado à disciplina, mas não somente à medida que consideram, igualmente, o contexto sociopolítico no qual o grupo está inserido e as condições individuais do aluno, sempre que possível.
A avaliação da aprendizagem possibilita a tomada de decisão e a melhoria da qualidade de ensino, informando as ações em desenvolvimento e a necessidade de regulações constantes.
23.1. Funções do processo avaliativo
A avaliação deve ser formativa e levar em conta a qualidade e o desenvolvimento integral do educando em sala de aula, deixando de ser apenas classificatória para sua promoção. De acordo com a LDB, no art. 24, item 5, alínea A, a avaliação deve ser contínua e cumulativa. No CSJT, entende-se a aprendizagem como resultado de uma experiência mediada (teoria sociointeracionista).
O que a escola propõe é a compreensão dos educadores de como se processa a avaliação da aprendizagem, fator preponderante para a devida progressão do educando. A verificação do rendimento escolar é feita por disciplina, mediante o resultado de notas dos testes, dos exercícios, dos trabalhos e das avaliações, além da frequência e da observação das atitudes dos alunos abrangendo os aspectos de assiduidade e aproveitamento.
O educando é avaliado como um todo: avaliação formativa – ensino/aprendizagem, participativa e diária. A avaliação é a mediação entre o ensino do professor e as aprendizagens do aluno, é o fio da comunicação entre formas de ensinar e formas de aprender. É preciso considerar que os alunos aprendem diferentemente porque têm histórias de vida diferentes, são sujeitos históricos, e isso condiciona sua relação com o mundo e influencia sua forma de aprender. Avaliar, então é também buscar informações sobre o aluno (sua vida, sua comunidade, sua família, seus sonhos…) é conhecer o sujeito e seu jeito de aprender. É levar em consideração seus valores e poder junto e por meio deles desenvolver novas ferramentas para um crescimento global.
Diversos instrumentos são utilizados, de acordo com o objetivo e a faixa etária. O processo avaliativo visa a fornecer ao aluno, à família e ao professor parâmetros para diagnosticar e redefinir metas. Abrange dimensões conceituais, procedimentais e atitudinais. No início do processo, é uma avaliação diagnóstica. Ao longo do processo, passa a ser avaliação formativa, buscando a gestão dos erros. Ao fim do processo, serve para mensurar resultados. A avaliação é processual e somativa. Os instrumentos de avaliação são: chamadas orais; trabalhos em grupos; provas escritas; pesquisas; passeios pedagógicos; trabalhos individuais, projetos integradores, projetos de vida e projetos pedagógicos. A composição da nota do aluno é feita da seguinte forma:
Critério de avaliação da Educação Infantil:
A observação das formas de expressão das crianças, de suas capacidades de concentração e envolvimentos nas atividades, de satisfação com sua própria produção e conquistas é um instrumento de acompanhamento do trabalho que ajuda na avaliação e no replanejamento da ação educativa. A avaliação é formativa e leva em consideração as situações de aprendizagem oferecidas. O Colégio começa a implementar, principalmente nas avaliações contínuas, a chamada avaliação processual, que vai além de uma série de perguntas reunidas em uma prova bimestral. Combinando diferentes instrumentos avaliativos para mensurar de forma mais assertiva diferentes aspectos do aprendizado, ela pode ser usada também como um diagnóstico da aprendizagem.
Critério de avaliação do Ensino Fundamental, Anos Iniciais
| Descrição | Notas |
|---|---|
| avaliação oficial | 0,0 a 5,0 |
| avaliações contínuas/desempenho | 0,0 a 1,0 |
| projeto integrador | 0,0 a 2,0 |
| avaliação multidisciplinar | 0,0 a 2,0 |
Critério de avaliação dos Ensinos Fundamental, Anos Finais e Médio
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média 6,0 (seis) anual resultado da média aritmética semestral por disciplina, desde que o aluno não tenha mais de 25% de faltas sobre o total das aulas dadas em todas as disciplinas.
Na composição da média do primeiro ao quarto período dos Ensinos Fundamental, anos Iniciais e Anos Finais, e Ensino Médio, a escola adota o seguinte critério:
Na composição da média do primeiro ao quarto período dos Ensinos Fundamental, Anos Iniciais e Anos Finais, e Ensino Médio, a escola adota o seguinte critério:
| Descrição | Notas |
|---|---|
| avaliação oficial | 0,0 a 5,0 |
| avaliações contínuas/desempenho | 0,0 a 1,0 |
| projeto integrador | 0,0 a 2,0 |
| avaliação multidisciplinar | 0,0 a 2,0 |
A recuperação paralela será oferecida no final de cada semestre aos alunos que obtiverem média semestral inferior a 6,0 (seis). Para o cálculo desta média, serão somadas as notas dos períodos de cada semestre, e o resultado será dividido por dois.A prova valerá de 0,0 (zero) a 5,0 (cinco), e à nota obtida será acrescida a média da nota da avaliação contínua, do projeto integrador e da prova multidisciplinar do período de melhor aproveitamento.
23.2. Conselho de Classe
O Conselho de Classe apresenta-se como parte importante do processo avaliativo, pelo fato de reunir diferentes pareceres de todos os profissionais sobre cada estudante e busca alternativas para a superação dos problemas pedagógicos. Nele, constatam-se as dificuldades no desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, no qual, por meio do diálogo entre professores e corpo diretivo, resulta em se agir de forma coerente e inovadora, construindo coletivamente soluções, visando a alcançar maior sucesso educacional e, consequentemente, chegar a um conhecimento mais sistemático da turma, bem como avaliar o aluno individualmente, através de reuniões periódicas.
Os diálogos desencadeados no Conselho de Classe farão com que pais, alunos e professores conheçam a escola, o seu fazer pedagógico e tracem novos caminhos para atingirem os seus objetivos.
No Conselho, elabora-se um documento com o diagnóstico do corpo docente, da coordenação e da direção e apontam-se as recomendações.
23.2.1. Organograma do Conselho de Classe
Ao término de cada semestre, são realizados Conselhos de Classe, onde são discutidos pelo corpo docente, coordenação e direção os resultados atingidos pelos alunos.
1° momento: Pré – conselho
23.2.1.1. Cada professor preenche uma ficha constando o perfil da turma, rendimento, frequência, indisciplina e observações.
2° momento: Conselho de Classe
23.2.1.2. Acompanhamento pedagógico – Análise do processo de ensino – aprendizagem – turma – aluno
23.2.1.3. Apontamentos individuais dos casos relevantes
23.2.1.4. Elaboração da ata do conselho
3° momento: Pós- conselho
Depois das informações que os professores repassam à equipe pedagógica, a equipe diretiva convida os pais e alunos para uma conversa pedagógica com os professores a respeito da vida escolar de seu filho com o objetivo de receber informações e orientações para auxiliá-lo em seu desenvolvimento pedagógico.
Todos os professores da turma ficam à disposição de pais e/ou responsáveis, fornecendo informações necessárias e ressaltando os aspectos em que o aluno precisa melhorar, referentes à aprendizagem, disciplina e estudo, sempre salientando os aspectos positivos de cada educando.
Além disso, o Colégio encaminha, por aplicativo e por e-mail, um documento contendo o diagnóstico e as recomendações a serem seguidas.
A avaliação institucional é realizada anualmente pela escola, com o objetivo de levantar junto à comunidade escolar se os propósitos, as metas, as práticas e os encaminhamentos têm sido atendidos em todas as suas dimensões.
No processo político-pedagógico, é possível expressar a preocupação e o compromisso da equipe pedagógica, de todo corpo docente e toda a equipe escolar no sentido de responder às necessidades de toda a comunidade escolar.
A dinâmica avaliativa tem como objetivos: Avaliar professores, corpo administrativo, diretivo.
Avaliar os serviços prestados;
Avaliar a proposta educativa;
Avaliar a dinâmica administrativa e da gestão; avaliar os espaços e os equipamento.
Esse trabalho acontece tendo como instrumento questionários respondidos pelos alunos, que são levados a um espaço especialmente preparado para que os discentes possam responder a pesquisa, e pelos pais dos alunos, de forma voluntária, por meio de um questionário respondido. Os dados coletados servem como base para melhorar o desenvolvimento das propostas educativas da escola e para implementação de novas metas e ações que o contexto exigir.
A partir de 2019, considerando os resultados das pesquisas, planos de ação foram elaborados para superar as fragilidades apontadas e manter as virtudes existentes e percebidas pelos alunos e pelos seus pais.
A pesquisa de avaliação do Colégio São Judas Tadeu tem por finalidade avaliar qual o nível de satisfação dos alunos em relação ao corpo docente, à infraestrutura, ao atendimento, ao sistema e à direção/coordenação.
Os métodos são usados na pesquisa: o quantitativo e o qualitativo. O primeiro tem como objetivo fornecer informações numéricas sobre o comportamento do aluno, quantificar um problema e entender a dimensão dele. O segundo tem como foco entender o comportamento do aluno, em vez de simplesmente medir.
A escala varia de zero a dez, ou seja, de “discordo totalmente” a “concordo totalmente”. Há ainda a possibilidade de assinalar o “Não se aplica”, quando for o caso.
Ao final de cada item, há um espaço para comentários, divididos em “reclamação, sugestão e elogios”. Aí, o texto é livre para a pesquisa apurar o aspecto qualitativo.
Depois de tabulados os dados, os envolvidos no processo avaliativo traçarão planos de ação para melhorar as fragilidades e reforçar e reforçar as potencialidades.
24.1. Representantes de turma
Outra dinâmica avaliativa adotada pelo CSJT são as reuniões com os representantes de turma, eleitos democraticamente, de acordo com edital publicado, por seus pares, cuja função, no período de um ano, é colocar-se à disposição da equipe pedagógica para diálogos e reuniões (uma por semestre, pelo menos) sobre assuntos de interesse da turma e do Colégio. Caberá ao representante viabilizar um meio de comunicação com a turma, visto que os interesses de que tratará são coletivos.
O CSJT adota uma concepção de ensino e de aprendizagem visando à premissa de que todos são capazes de aprender sem exceção e que cada um se desenvolve de um jeito próprio e num ritmo particular.
Os professores sabem que a classe não responde de forma homogênea à apresentação do conteúdo de estudo e que nem todos compreendem usando as mesmas estratégias cognitivas.
A recuperação oferecida pelo CSJT é mais uma estratégia, na qual as dúvidas são trabalhadas em atividades, realizadas dentro da sala de aula, onde os professores coordenam esforços para fazer com que todos avancem. Eles apresentam a matéria de forma a proporcionar a construção de outros caminhos.
A recuperação é oferecida ao final de cada semestre em todas as disciplinas e, ao final do ano letivo, a quem não atingir a média mínima de 6,0 pontos em, no máximo, 5 (cinco) disciplinas no Ensino Fundamental, Anos Iniciais, 6 (seis) disciplinas no Ensino Fundamental, Anos Finais, e em 7 (sete) no Ensino Médio, como oportunidade de aferição do rendimento escolar e da consecução dos objetivos propostos, visando à promoção às séries/anos, anos ou às etapas subsequentes. Os componentes curriculares de Educação física e Projeto Integrador, por sua natureza, não terão recuperação.
Após o processo de Recuperação Final, será promovido o aluno que tiver a média da recuperação igual ou superior a 6,0 (seis), depois da subtração de 12 (doze). Por exemplo, um aluno com média anual 5,5 deverá tirar 6,5 na recuperação final, ou seja, 12-5,5=6,5.
Na última aula da recuperação final, o aluno fará uma avaliação no valor de 0,0 a 6,0 (seis), acrescida de 0,0 a 4,0 (quatro) pontos à nota da prova proveniente de avaliações contínuas (trabalho de pesquisa, formulários, exercícios, estudo de casos, resumos, resenhas, fichamento, etc.), dadas pelo professor no final do quarto período. Essas atividades serão postadas obrigatoriamente na plataforma eletrônica.
O Colégio são Judas Tadeu criou, em 2019, o Programa de Monitoria destinado a alunos do nono ano ao Ensino Médio, podendo ser estendido às outras séries, com dificuldade de aprendizagem ou aos interessados em melhorar o conteúdo aprendido. Para criá-lo, levou em consideração o levantamento histórico das disciplinas nas quais têm sido recorrentes alunos (as) em recuperação. Os monitores são orientados pelos professores, que disponibilizam atividades a serem desenvolvidas no contraturno.
É uma oportunidade a ser aproveitada em tempo hábil para o bom andamento do ano letivo, afinal de contas há tópicos que são pré-requisitos para o entendimento de outros, ou seja, se o (a) aluno (a) tem dificuldade para entender conteúdo “X”., terá dificuldade para entender o conteúdo “Y”, em sendo este dependente do primeiro.
Seguem disciplinas: Língua Portuguesa e itinerários formativos, Matemática e itinerários formativos, Biologia e itinerários formativos, Física e itinerários formativos, Química e itinerários formativos, Geografia e itinerários formativos.
Por ser a escola um ambiente social, é natural que haja conflitos. Estes devem ser trabalhados a fim de tornar os sujeitos mais tolerantes. O gestor conversa, orienta e aplica o regimento escolar quando necessário, sempre com o objetivo de mostrar que cada um deve ser respeitado e valorizado.
O CSJT compreende que cada indivíduo tem sua complexidade e sua personalidade. A base para um ambiente propício é o respeito e é preciso manter o ambiente da sala de aula em harmonia. Deve existir um trabalho coletivo para que haja socialização entre todos, para que possam expressar ideias, ouvir e respeitar opiniões divergentes. Esse equilíbrio, que deve ser buscado pelos educadores em sala de aula, é o que determina parâmetros de convivência que impedem problemas de indisciplina.
Quando acontece um problema disciplinar, no entanto, a equipe pedagógica e gestores orientam os envolvidos, mostrando a necessidade de se respeitarem, ouvindo-os, compreendendo as atitudes e buscando, assim, conhecer melhor o aluno. A comunicação, portanto, é um instrumento de conhecimento e compreensão. O professor deve estimular seus alunos nesse sentido e despertar hábitos e atitudes sociáveis e de respeito ao próximo. A indisciplina é tratada, portanto, com o diálogo. Quando necessário, é aplicado o regimento escolar, e os pais são notificados. As regras e as normas de uma escola objetivam o bem-estar social, que não é fruto do acaso, mas resultado desse processo dinâmico, interativo: a educação. A escola reúne um grupo social heterogêneo, quer seja em credos e raças, quer seja em valores e princípios. Ela agrega crianças, adolescentes, jovens e adultos das mais diversas formações. Todos estão em constante processo educativo.
No entanto, o grau de exigência na observância das regras instituídas é por isso também diferenciado. Valem as mesmas regras, porém a atitude perante o descumprimento delas varia conforme a faixa etária. Espera-se que, com o amadurecimento ao longo dos anos, as pessoas estejam cada vez mais hábeis na observância dos princípios públicos e, assim, ainda mais comprometidas com o processo de educação desses princípios. O objetivo é criar um clima agradável e adequado à convivência escolar. Daí a necessidade de que os interesses coletivos prevaleçam sobre os pessoais.
A convivência social compreende o conjunto de relações interpessoais na escola. Há, no entanto, uma particularidade na comunidade escolar. A escola é um espaço de aprendizagem pela convivência. De um lado, estão os adultos, aqueles dos quais se espera que estejam aptos e preparados para melhor administrar regras, normas e leis. Este grupo compreende professores, mas também funcionários e pais quando dentro do espaço escolar. Do outro lado, estão as crianças e os jovens, que têm na escola um espaço de excelência para o exercício da cidadania. A convivência escolar está, portanto, regida pelo princípio epistemológico definido pela escola.
As ações educativas são edificadas por conferir coerência e unificação das ações docentes, discentes e familiares, onde a equipe gestora atua como mediadora.
A escola não é substituta da família. É, no entanto, o espaço de aprimoramento da aprendizagem da convivência social. Enquanto grupo social é um espaço onde princípios sociais estão em sintonia com as leis constitucionais. Valem aqui, por exemplo, os direitos individuais, de privacidade, de ir e vir.
Antes de tudo, porém, valem os avanços implícitos da humanidade. Antes das leis, valem os princípios, como o do respeito, da boa-educação e, acima de tudo, o do bom convívio. O que vale é o bem-estar geral alcançado pelo cumprimento das regras e normas, mas, principalmente, na escola vale o aprendizado desses princípios. Mais do que a aplicação da penalidade da lei, por exemplo, cabe à escola estabelecer o processo pelo qual são criadas e se fazem necessárias as leis. O assunto violência é um capítulo sério e importante a ser ressaltado. Ele é tratado das seguintes formas: primeiramente, a direção e o corpo docente orientam os alunos envolvidos sobre a melhor forma de agir diante de uma determinada situação de violência. O CSJT usa, principalmente, as disciplinas História, Educação Física e Língua Portuguesa para abordar temas referentes à discriminação, ao preconceito, ao bullying, às diferenças, entre outros; utilizando diversas ferramentas (textos, filmes, teatro, palestras etc.) para exemplificar situações vivenciais. Novamente, assuntos como respeito, solidariedade e justiça são desenvolvidos e discutidos com e entre os alunos.
Após esse procedimento, ainda persistindo o comportamento, os pais são chamados e em conjunto com a família, a escola orienta o aluno sobre a melhor forma de convivência. A partir disso, segue então a ação do regimento escolar.
O período de adaptação é definido de forma a não mistificar a situação escolar. Esta fase para a família e para os alunos é de grande apreensão. O CSJT, pensando em diminuir essa ansiedade, promove estratégias para cativar e tranquilizar o ambiente escolar.
O Colégio promove estratégias para cativar e tranquilizar o ambiente escolar. Os alunos conhecem os novos professores de maneira prazerosa e participam dos momentos de conhecimento da nova classe, dos novos amigos e muitos deles, da nova escola;
Também os pais e/ou responsáveis precisam ser acolhidos em suas inseguranças, e o CSJT realiza no início do ano reuniões com a direção, com a coordenação e com os professores para minimizar esta ansiedade. Afinal, não existe aprendizagem sem vínculo afetivo.
A convivência social diferencia-se da convivência familiar. As regras e normas de uma escola, bem como as atividades recreativas, culturais e sociais, objetivam o bem-estar geral do educando e da comunidade, resultando em processo dinâmico e interativo: a educação.
Para que a convivência escola-família seja aprimorada no processo de aprendizagem e convívio social, o CSJT promove: Reuniões de Pais e Mestres: são realizadas no início do ano e ao término de cada período com o objetivo de propiciar a troca de informações entre corpo docente, diretores e coordenação e família.
• Feira do Livro/Cultural: procura engajar o aluno e a comunidade nos projetos literários desenvolvidos dentro de cada ano escolar. Todas as atividades são trabalhadas desde o Maternal até o 1° ano do Ensino Fundamental por meio de projetos mensais.
• Feira de Empreendedorismo: atividades que propiciam o autoconhecimento levando o aluno a construir um projeto empreendedor, vendendo seus produtos e calculando seus lucros.
• Jogos Esportivos e Culturais: esses eventos têm com o objetivo de promover um intercâmbio sócio- desportivo-cultural, bem como a integração entre pais, alunos e professores, foi desenvolvido o projeto JEC (jogos esportivos e culturais)
• Festa da Família: Momento de confraternização e de integração afetiva entre a criança e suas famílias dentro do ambiente escolar.
• Festa Junina: momento de confraternização e de integração entre o Colégio, a família e a comunidade.
• Apresentação dos Projetos Integradores: aberta ao público em geral para demonstrar os trabalhos desenvolvidos durante o ano.
• Festa de encerramento: Finalização e encerramento do projeto anual.
Conforme Lei 13.185, de 2015, caracteriza-se a intimidação sistemática (bullying) quando há violência física ou psicológica em atos de intimidação, humilhação ou discriminação e, ainda:
I – Ataques físicos;
II – Insultos pessoais;
III – Comentários sistemáticos e apelidos pejorativos;
IV – Ameaças por quaisquer meios;
V – Grafites depreciativos;
VI – Expressões preconceituosas;
VII – Isolamento social consciente e premeditado;
VIII – Pilhérias (graça, piada).
Parágrafo único. Há intimidação sistemática na rede mundial de computadores (cyberbullying), quando se usarem os instrumentos que lhe são próprios para depreciar, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais com o intuito de criar meios de constrangimento psicossocial.
Ainda de acordo com a referida Lei, a intimidação sistemática (bullying) pode ser classificada, conforme as ações praticadas, como:
I – Verbal: insultar, xingar e apelidar pejorativamente;
II – Moral: difamar, caluniar, disseminar rumores;
III – Sexual: assediar, induzir e/ou abusar;
IV – Social: ignorar, isolar e excluir;
V – Psicológica: perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, manipular, chantagear e infernizar;
VI – Físico: socar, chutar, bater;
VII – Material: furtar, roubar, destruir pertences de outrem;
VIII – Virtual: depreciar, enviar mensagens intrusivas da intimidade, enviar ou divulgá-las nas redes sociais ou nos aplicativos destinados a conversas entre pessoas/grupos.
Diante disso, são atribuições do Colégio são Judas Tadeu:
I – prevenir e combater a prática da intimidação sistemática (bullying) no Colégio São Judas Tadeu;
II – capacitar docentes e equipes pedagógicas para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema;
III – implementar e disseminar campanhas de educação, conscientização e informação;
IV – instituir práticas de conduta e orientação de pais, familiares e responsáveis diante da identificação de vítimas e agressores;
V – dar assistência psicológica, social e, se necessário, sugerir assistência jurídica às vítimas e aos agressores;
VI – integrar os meios de comunicação de massa com as escolas e a sociedade, como forma de identificação e conscientização do problema e forma de preveni-lo e combatê-lo;
VII – promover a cidadania, a capacidade empática e o respeito a terceiros, nos marcos de uma cultura de paz e tolerância mútua;
VIII – evitar, tanto quanto possível, a punição dos agressores, privilegiando mecanismos e instrumentos alternativos que promovam a efetiva responsabilização e a mudança de comportamento hostil;
IX – promover medidas de conscientização, prevenção e combate a todos os tipos de violência, com ênfase nas práticas recorrentes de intimidação sistemática (bullying), ou constrangimento físico e psicológico, cometidas por alunos, professores e outros profissionais integrantes de escola e de comunidade escolar.
X – Promover a mediação entre as partes envolvidas
30.1. Diretrizes: Fundamentos
No Colégio São Judas Tadeu, o trabalho é baseado na fundamentação da legislação vigente, com a missão de “desenvolver com segurança e afeto, competências e habilidades que permitam ao educando a melhor compreensão de si, do outro e do mundo, visando à formação do jovem em sua plenitude educacional, vocacional e humana”.
O educador deve ser consciente de seu papel, pois ele é um formador de opinião ao mesmo tempo em que estimula o pensamento crítico do aluno. Sua principal função é mediar todo o processo de ensino e de aprendizagem, além de desenvolver a interação entre aluno, família, escola e sociedade. A ideia é conduzir o educando a aprender de maneira significativa e como cidadão ativo do mundo. A aprendizagem é entendida como um processo de desenvolvimento das aptidões física, intelectual e moral de cada um com vistas à sua melhor integração individual e social. Esse processo é mais amplo do que apenas coletar informações.
A metodologia utilizada na escola está alinhada ao cenário contemporâneo, ou seja, ela pressupõe a formação do aluno como pesquisador permanente, capaz de construir seu repertório de saberes e de gerenciar sua aprendizagem continuada. Essa proposta objetiva a aprendizagem significativa do indivíduo e está ancorada na problematização, na investigação, na pesquisa, na experimentação e no diálogo reflexivo. Na concepção do Colégio São Judas Tadeu, essa é a base para a construção de conhecimento.
A escola conta com espaços que respeitam diferentes ritmos e estilos de aprendizagem a partir do conhecimento prévio de cada um. Há também uma mescla entre atividades individual e grupal, presencial e virtual, pois se acredita que essa diversidade de ações favorece uma aprendizagem mais rica, ampla e completa. O aprimoramento pedagógico é baseado na construção colaborativa, por meio de equipes multidisciplinares, e visa à implementação de seus pressupostos, de maneira coerente e constante, para efetivar a aprendizagem significativa. A avaliação é um processo natural que acontece para que o professor tenha noção dos conteúdos assimilados pelos alunos, bem como para saber se as metodologias de ensino adotadas por ele estão surtindo efeito na aprendizagem. Assim, os conteúdos escolares não se limitam aos conceitos. Eles incluem procedimentos, habilidades, estratégias, valores, normas e atitudes. Tudo é assimilado de tal maneira que possa ser utilizado para auxiliar a resolução de problemas em vários contextos.
30.2. Diretrizes: Dispositivos Legais
Os dispositivos legais e normativos a serem considerados em relação à educação escolar na Educação Básica estão a seguir:
• Lei de Diretrizes e Bases – Lei 9394/96 | Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996
• Lei 9.475, de 22/07/1997 – Os conteúdos de Ensino Religioso estão diluídos nas disciplinas de Ética e Educação Física;
• Lei 9.795, de 27/04/1999 – Os conteúdos de Educação Ambiental estão inseridos na disciplina de Ciências.
• Lei 10.741/2003 – Os conteúdos de Estudos sobre idosos estão inseridos na disciplina de Ética e História;
• Lei 11.793, de 25/09/2007 – Os conteúdos de Estudos sobre o Direito da Criança e do Adolescente estão diluídos nas disciplinas de Ética e Educação Física;
• Lei 11.645, de 10/03/2008 – Os conteúdos de Culturas Afro-brasileira e Indígena estão diluídos nas disciplinas de História e Arte;
• Lei 11.769, de 18/08/2008 – Os conteúdos de Música estão inseridos na disciplina de Arte;
• Lei 13.185, de 6 novembro de 2015, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying), e LEI No 13.663, DE 14 DE MAIO DE 2018, que altera o art. 12 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir a promoção de medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência e a promoção da cultura de paz entre as incumbências dos estabelecimentos de ensino. Resolução CNE/CP No 2, de 22 de dezembro de 2017 – Institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular, a ser respeitada obrigatoriamente ao longo das etapas e respectivas modalidades no âmbito da Educação Básica.
• Lei 13.663/2018, que inclui entre as atribuições das escolas a promoção da cultura da paz e medidas de conscientização, prevenção e combate a diversos tipos de violência, como o bullying.
• Resolução No 3, de 21 de novembro de 2018 – Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.
• Resolução no 4, de 17 de dezembro de 2018, que Institui a Base Nacional Comum Curricular na Etapa do Ensino Médio (BNCC-EM), como etapa final da Educação Básica, nos termos do artigo 35 da LDB, completando o conjunto constituído pela BNCC da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, com base na Resolução CNE/CP no 2/2017, fundamentada no Parecer CNE/CP no 15/2017.
• Lei 14.811, de 12 de janeiro de 2024, que institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares, prevê a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente.
• Lei 14.945, de 31 de julho de 2024, que altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a fim de definir diretrizes para o ensino médio, e as Leis nos 14.818, de 16 de janeiro de 2024, 12.711, de 29 de agosto de 2012, 11.096, de 13 de janeiro de 2005, e 14.640, de 31 de julho de 2023.
• Resolução CNE/CEB no 2, de 21 março de 2025, que institui as Diretrizes Operacionais Nacionais sobre o uso de dispositivos digitais em espaços escolares e integração curricular de educação digital e midiática.
30.3. Diretrizes: Currículo
30.3.1. Educação Infantil
Na Educação Infantil, os objetivos gerais são:
I – Oferecer formação social e pessoal: identidade e autonomia.
II – Propiciar conhecimento de mundo: movimento, música, artes, linguagem oral e escrita, natureza e sociedade e matemática.
No Colégio São Judas Tadeu, a prática deve organizar- se de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:
Linguagem Oral e Escrita (Língua Portuguesa): desenvolver a linguagem de maneira ativa e participativa; correlacionar a linguagem com situações vivenciais do seu dia-a-dia; envolver o educando em situações de socialização, onde a linguagem será fundamental para seu desenvolvimento; estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo a sua autoestima e ampliando, gradativamente, suas possibilidades de comunicação e interação social. Para isso, utilizam-se as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às variadas intenções e situações de comunicação, de maneira a compreender e ser compreendido. É fundamental expressar ideias, sentimentos, necessidades, desejos e avançar no processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais a capacidade expressiva.
No que diz respeito à alfabetização, vale destacar que ela não tem como foco apenas a leitura de palavras e sim a ênfase na leitura do mundo do educando. Antes mesmo de entrar na escola, cada um já teve contato com o mundo e, por isso, traz consigo muitas experiências. Esse tipo de educação deve permitir maior interação do indivíduo com a socialização, a autoestima, o desenvolvimento do raciocínio crítico, em um contexto de leitura dentro e fora da sala de aula, formando um cidadão mais consciente da realidade em que vive.
Matemática: desenvolver a compreensão com relação à lateralidade, orientação temporal e espaço-temporal; diferenciar e exemplificar quantidade; reconhecer e associar os numerais às devidas quantidades; simbolizar quantidades.
Ciências da Natureza: descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites; desenvolver e valorizar hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar.
Arte: brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; expressar-se utilizando o próprio corpo, pinturas e desenhos; desenvolver e conhecer a musicalização. Faz parte também dos conteúdos conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.
História: desenvolver a imagem positiva de si, atuando de maneira cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepções das limitações; estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos articular seus interesses e pontos de vista dos demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração.
Geografia/Meio ambiente: observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente; valorizar atitudes que contribuam para sua conservação; reconhecer o meio ambiente como parte integrante e de sua responsabilidade.
Educação Física: desenvolver a coordenação motora como fator primordial para o desenvolvimento integral e global; assimilar e compreender regras e limites; ter conhecimento com jogos e diferentes materiais esportivos; brincar e socializar-se
Projetos Integradores,
LIV – Atividades que têm o objetivo de conhecer-se. Nelas,: há o estímulo à construção da identidade, autoestima e autonomia
30.3.2. Ensino Fundamental
O Ensino Fundamental, de acordo com a BNCC, está organizado em Áreas do Conhecimento e suas respectivas competências, a saber:
30.3.2.1. Linguagens
a. Compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como formas de significação da realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais.
b. Conhecer e explorar diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e linguísticas) em diferentes campos da atividade humana para continuar aprendendo, ampliar suas possibilidades de participação na vida social e colaborar para a construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva.
c. Utilizar diferentes linguagens –verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos, em diferentes contextos, e produzir sentidos que levem ao diálogo, à resolução de conflitos, de forma harmônica, e à cooperação.
d. Utilizar diferentes linguagens para defender pontos de vista que respeitem o outro e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, atuando criticamente frente a questões do mundo contemporâneo.
e. Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural da humanidade, bem como participar de práticas diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultural, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas.
f. Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação, de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar por meio das diferentes linguagens, produzir conhecimentos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos.
30.3.2.2. Matemática
a. Reconhecer que a Matemática é uma ciência humana, fruto das necessidades e preocupações de diferentes culturas, em diferentes momentos históricos, bem como uma ciência viva, que contribui para solucionar problemas científicos e tecnológicos e para alicerçar descobertas e construções, inclusive com impactos no mundo do trabalho.
b. Identificar os conhecimentos matemáticos como meios para compreender e atuar no mundo, reconhecendo também que a Matemática, independentemente de suas aplicações práticas, favorece o desenvolvimento do raciocínio lógico, do espírito de investigação e da capacidade de produzir argumentos convincentes.
c. Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática (Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento, sentindo segurança quanto à própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos, desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções.
d. Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais e culturais, de modo que se investigue, organize, represente e comunique informações relevantes, para interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes;
e. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclusive tecnologias digitais disponíveis, para modelar e resolver problemas cotidianos, sociais e de outras áreas de conhecimento, validando estratégias e resultados.
f. Enfrentar situações-problema em múltiplos contextos, incluindo situações imaginadas, não diretamente relacionadas com o aspecto prático utilitário, expressar suas respostas e sintetizar conclusões, utilizando diferentes registros e linguagens (gráficos, tabelas, esquemas, além de texto escrito na língua materna e outras linguagens para descrever algoritmos, como fluxogramas e dados).
g. Agir individual ou cooperativamente com autonomia, responsabilidade e flexibilidade, no desenvolvimento e/ou discussão de projetos, que abordem, sobretudo, questões de urgência social, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários, valorizando a diversidade de opiniões de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza.
h. Interagir com seus pares, de forma cooperativa, trabalhando coletivamente no planejamento e desenvolvimento de pesquisas para responder a questionamentos, bem como na busca de soluções para problemas, de modo que se identifique aspectos consensuais ou não na discussão de uma determinada questão, respeitando o modo de pensar dos colegas e aprendendo com eles.
30.3.2.3. Ciências da Natureza:
a. Compreender as Ciências da Natureza como empreendimento humano e o conhecimento científico como provisório, cultural e histórico.
b. Compreender conceitos fundamentais e estruturas explicativas das Ciências da Natureza, bem como dominar processos, práticas e procedimentos da investigação científica, de forma que se sinta, com isso, segurança no debate de questões científicas, tecnológicas, socioambientais e do mundo do trabalho, além de continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
c. Analisar, compreender e explicar características, fenômenos e processos relativos ao mundo natural, social e tecnológico (incluindo o digital), como também as relações que se estabelecem entre eles, exercitando a curiosidade para fazer perguntas, buscar respostas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das Ciências da Natureza.
d. Avaliar aplicações e implicações políticas, socioambientais e culturais da ciência e de suas tecnologias para propor alternativas aos desafios do mundo contemporâneo, incluindo aqueles relativos ao mundo do trabalho.
e. Construir argumentos com base em dados, evidências e informações confiáveis e negociar e defender ideias e pontos de vista, que respeitem e promovam a consciência socioambiental e o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza.
f. Utilizar diferentes linguagens e tecnologias digitais de informação e comunicação para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos e resolver problemas das Ciências da Natureza, de forma crítica, significativa, reflexiva e ética;
g. Conhecer, apreciar e cuidar de si, do seu corpo e bem-estar, compreendendo-se na diversidade humana, fazendo-se respeitar e respeitando o outro, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza e às suas tecnologias.
h. Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza para tomar decisões frente a questões científico tecnológicas e socioambientais e a respeito da saúde individual e coletiva, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.
30.3.2.4. Ciências Humanas:
a. Compreender a si e ao outro como identidades diferentes, de maneira que se exercite o respeito à diferença, em uma sociedade plural, além de promover os direitos humanos;
b. Analisar o mundo social, cultural e digital, e o meio técnico-científico-informacional, com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, considerando suas variações de significado no tempo e no espaço, para intervir em situações do cotidiano e se posicionar diante de problemas do mundo contemporâneo.
c. Identificar, comparar e explicar a intervenção do ser humano na natureza e na sociedade, exercitando a curiosidade e propondo ideias e ações que contribuam para a transformação espacial, social e cultural, de forma que participe efetivamente das dinâmicas da vida social, exercitando a responsabilidade e o protagonismo, voltados para o bem comum, e a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
d. Interpretar e expressar sentimentos, crenças e dúvidas, com relação a si mesmo, aos outros e às diferentes culturas, com base nos instrumentos de investigação das Ciências Humanas, promovendo, com isso, o acolhimento e a valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
e. Comparar eventos ocorridos, simultaneamente, no mesmo espaço e em espaços variados, e eventos ocorridos em tempos diferentes no mesmo espaço, e em espaços variados.
f. Construir argumentos, com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, para negociar e defender ideias e opiniões que respeitem e promovam os direitos humanos e a consciência socioambiental.
g. Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica, e diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação, no desenvolvimento do raciocínio espaço-temporal, relacionado à localização, distância, direção, duração, simultaneidade, sucessão, ritmo e conexão.
30.3.2.5. Projetos Integradores, Projetos de Vida e LIV
Atividades que têm o objetivo de desenvolver as competências que estão sendo adquiridas nos ensinos Fundamental e Médio. Além disso, formam seres humanos autoconscientes, amadurecidos, autônomos, inteligentes emocionalmente, resilientes, com atitude proativa e empreendedora diante da vida e das mais diversas esferas.
30.3.3. Ensino Médio
O Ensino Médio (1º a 3º ano) está organizado, também, em Áreas de Conhecimento e suas respectivas competências, a saber:
30.3.3.1. Ciências Humanas e Sociais Aplicadas: (Sociologia, Geografia, História, Filosofia e itinerários formativos)
a. permitir o conhecimento do homem em seu processo evolutivo e sua relação com a sociedade procurando compreendê-la para além de sua superficialidade, fazendo da Sociologia, da Geografia e da História uma estratégia e um modelo de apreensão crítica da realidade, ampliando, assim, a reflexão do que fomos e nossa contribuição para transformar o que somos.
b. construir um raciocínio crítico sobre a realidade política, socioeconômica, cultural e ambiental, das diferentes sociedades mundiais, desde a Antiguidade aos dias atuais, permitindo o aprimoramento de seu autoconhecimento.
30.3.3.2. Linguagens e suas Tecnologias (Língua Portuguesa, Literatura, Arte, Educação Física, Língua Inglesa, Educação física e itinerários formativos)
c. considerar a linguagem como capacidade humana e articular significados coletivos e compartilhá-los em sistemas arbitrários de representação, que variam de acordo com as necessidades e as experiências da vida em sociedade.
d. produzir textos orais e escritos, dentro das necessidades de uso, apresentando coerência e coesão; compreender a arbitrariedade da linguagem, permitindo a assimilação dos diversos níveis linguísticos.
e. abordar a norma padrão e sua representatividade como variante linguística de determinado grupo social; situar as diversas obras literárias das Línguas Portuguesa e Inglesa nos contextos sociocultural e histórico, como forma de análise das relações que se estabelecem com o presente e histórico, com o presente e o devir, permitindo a transversalidade com as disciplinas História e Geografia.
f. procurar inserir o conceito de cidadania, tendo em vista a formação do indivíduo consciente de seu papel na sociedade.
30.3.3.3. Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Química, Biologia, Física e itinerários formativos)
g. desenvolver um indivíduo capaz de identificar os métodos de investigação de caráter científico, incorporando conhecimentos relevantes, significativos e atuais que o sustentem na análise dos aspectos
h. sociais, políticos e econômicos envolvidos na produção, na divulgação e na aplicação desses conhecimentos; conhecer conceitos e princípios da Física e da Química, e ser capaz de usá-las para explicar fenômenos naturais e entender o funcionamento de máquinas, aparelhos e reações; conhecer a definição operacional e pesquisar o significado das grandezas físicas e químicas mais importantes, e familiarizar-se com suas unidades.
i. identificar essas grandezas em situações concretas; reconhecer que teorias científicas devem ser consistentes com evidências experimentais, levar a previsões que possam ser testadas, e estar abertas a questionamento e modificações; mostrar que a Física e a Química são o estudo da matéria e suas transformações e da energia que acompanha tais transformações.
j. reconhecer o papel que a Filosofia e as Artes desempenham na descoberta e na interpretação de universos tão importantes ao ser humano quando o dos fenômenos físicos e químicos.
30.3.3.4. Matemática e suas Tecnologias e itinerários formativos:
k. consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos nos anos finais do Ensino Fundamental (6o ao 9o ano); preparação básica para o trabalho e a cidadania; aprimoramento do educando como ser humano; compreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos.
l. destacar a educação tecnológica básica à compreensão do significado da ciência, das letras e das artes e o processo histórico de transformação da sociedade e da cultura, além de adotar metodologia de ensino e avaliação que estimulem a iniciativa dos estudantes;
m. organizar os conteúdos, as metodologias e os meios de avaliação de tal modo que, ao fim do Ensino Médio, o aluno demonstre o domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna e o conhecimento das formas contemporâneas de linguagem.
n. desenvolver a capacidade de questionar processos naturais e tecnológicos, apresentando interpretações e prevendo evoluções.
Deve-se ressaltar que os conteúdos curriculares não são neutros nem tampouco se resumem a listagem de conhecimentos referidos às áreas. Incluem posicionamento político e interesses socioculturais, para o aprimoramento da formação do educando. Refletimos sobre a formação de atitudes valorativas e aquisição de habilidades e competências.
30.3.3.5. Projetos Integradores e Projetos de Vida
Atividades que têm o objetivo de desenvolver as competências que estão sendo adquiridas nos ensinos Fundamental e Médio. Além disso, formam seres humanos autoconscientes, amadurecidos, autônomos, inteligentes emocionalmente, resilientes, com atitude proativa e empreendedora diante da vida e das mais diversas esferas.
A base do PPP do Colégio São Judas Tadeu foi desenvolvida por um grupo de trabalho, de maneira colaborativa, envolvendo diferentes setores da escola (secretaria, diretoria, coordenação pedagógica e professores). O produto dessas reflexões de pesquisa e interações traz clareza e orienta em que direção seguir na busca contínua de uma educação de qualidade, sem perder sua tradição.
O caráter dinâmico da reflexão e a prática do cotidiano escolar fazem com que esse documento seja constantemente retomado e aprimorado. A intenção é que ele seja revisto anualmente para que não se torne obsoleto. Ele deve ser flexível e estar de acordo com as necessidades de transformação e de atendimento e, por óbvio, com a legislação vigente.
Fazem parte dessa longa etapa a reflexão de valores e as atitudes que norteiam as relações interpessoais e o contato do aluno com o objeto do conhecimento. É imprescindível, que nesse processo, se valorize o aprender contínuo por meio da troca de experiência entre aluno – professor, numa postura de trabalho.
As reflexões entre os agentes envolvidos no processo ensino-aprendizagem (a equipe pedagógica, a direção e os professores) propõem medidas necessárias para que haja melhor atendimento aos objetivos aqui propostos e na continuidade do ensino.
• Capacitação do corpo docente, em especial o professor de alunos com algum tipo de necessidade especial necessita de informações sobre esse tipo de atendimento. Também é fundamental maior número de cursos de formação continuada com o objetivo de aumentar a qualidade e o interesse desses profissionais.
• Implantação ou adequação das tecnologias digitais em sala de aula. O professor está diante do desafio que consiste em conhecer e adotar a modalidade comunicacional interativa. Os meios interativos promovem melhor o aprendizado e a integração com o mundo contemporâneo. A educação vem passando por mudanças, e as escolas vêm sofrendo pressões da sociedade para que insiram as novas tecnologias na sala de aula, como ferramentas de apoio ao professor. Para que esse processo aconteça de forma tranquila e natural, faz-se necessária a implantação e a manutenção de todas as salas dos Ensinos Fundamental e Médio com elementos multimídia e internet, além de aplicativos que possibilitem a interação do professor com os alunos. Só assim, professores e alunos terão um melhor aproveitamento dos livros didáticos escolhidos e maior desenvolvimento dos objetivos e conteúdos propostos em cada conteúdo e disciplina.
• Desenvolvimento do pensamento crítico, de competências e de habilidades para inserir o aluno no mundo contemporâneo. Hoje, a escola não tem mais o papel de apenas instruir as crianças e adolescentes. O aluno merece toda a atenção do professor. A escola sofre a exigência de desenvolver o pensamento crítico, ou seja, o professor deve levar seu aluno a pensar e posicionar-se diante da problemática de cada conteúdo.
• Desenvolvimento da independência e do protagonismo do corpo discente. O ato de aprender é mais eficaz quando é tratado como um ativo e não como um processo passivo. Para que isso aconteça de forma efetiva, professores e corpo diretivo necessitam urgentemente encontrar dinâmicas diferenciadas para despertar em seus alunos a vontade e o interesse em aprender. Devem ser criadas estratégias concretas que possam ser utilizadas na prática pedagógica a fim de que a aprendizagem faça sentido na vida do aluno. ajudando os professores a encontrar soluções para as situações de falta de motivação dos seus alunos; as quais são cada vez mais frequentes e com implicações por vezes graves, sobretudo ao nível dos comportamentos de indisciplina em sala de aula.
• Construção do perfil da avaliação desejado para o crescimento e motivação do educando à aprendizagem, neste momento, se faz necessário. Daí a necessidade de, nas provas, avaliar privilegiando questões que inibam o aprendizado mecânico e privilegiem a solução de problemas e as situações vivenciadas pelos alunos.
• Aprimoramento do processo de recuperação paralela e das aulas de reforço, possibilitando o aproveitamento necessário para que os alunos possam seguir os estudos num percurso mais confortável. Para isso, o corpo docente deve realizar reuniões para debate e nova formatação do processo avaliativo vigente.
• Implantação gradativa do sistema de monitorias orientadas pelos professores responsáveis, sendo usadas como terceira instância no processo de aprendizagem, associadas às aulas e à recuperação paralela.
O CSJT compreende que os espaços de aprendizagem são aqueles que possibilitam uma ação educativa de melhor qualidade, uma vez que a construção do conhecimento e sua socialização acontecem além das salas de aula.
Ensinar não se restringe apenas à sala de aula. Todo espaço deve propiciar a organização de situações de aprendizagem, o levantamento e a identificação de temas ou problemas de investigação para discutir sua importância e possibilitar a articulação entre diferentes pontos de vista com o propósito de reconhecer distintos caminhos a seguir na busca de sua compreensão ou de sua solução.
Nessa perspectiva, a criação de ambientes de aprendizagem, com a presença das tecnologias, significa utilizá-las para a representação, a articulação entre pensamentos e a realização de ações que podem ser depuradas para que a aprendizagem seja significativa.
Para isso, as interações entre os alunos e entre os alunos e o professor são fundamentais para o processo de ensino e de aprendizagem.
O Colégio conta com os seguintes ambientes:
– Salas de Vídeos: Esse espaço dá suporte ao ensino e a aprendizagem atendendo recursos multimídia.
– Complexo Esportivo: Esse ambiente é utilizado para as aulas de Educação Física, para práticas desportivas, eventos esportivos e para as aulas extracurriculares.
– Sala Google for Education: Esse espaço abandona o formato padrão de professor escrevendo no quadro e alunos sentados copiando. Os professores e os alunos podem usar aplicativos, vídeos, infográficos, games e outros meios para deixar as aulas mais dinâmicas e proveitosas.
– Laboratório Multidisciplinar: O local desenvolve aulas práticas de pesquisa envolvendo todos os estudantes, é utilizado como extensão das aulas de Ciências, Química, Biologia e Física em todas as etapas de ensino.
– Sala de Estudo: Lugar que visa ao atendimento de estudantes e professores em suas necessidades de pesquisa, enriquecimento e complementação de trabalhos.
– Brinquedoteca / Mercadinho/ Brinquedão e parques: Espaços apropriados para desenvolver o aspecto lúdico e de socialização das crianças.
– Sala de Atendimento de Educação Especial: Propicia ambiente favorável ao estímulo da aprendizagem de acordo com a necessidade do aluno de inclusão.
– Laboratório Maker – No mundo educacional moderno, expressões do tipo “colocar a mão na massa”, “pensar fora da caixa”, “buscar ou propor soluções”,” resolver problemas”, fazem parte do cotidiano das melhores instituições de ensino. Todos esses desafios requerem um espaço de aprendizagem que possibilite superar os limites da sala de aula tradicional. São os chamados espaços maker, palavra de origem inglesa cujo significado é fazer. São ambientes personalizados que possibilitam a participação em experiências e projetos interdisciplinares, que podem gerar resolução de problemas com forte impacto social.
– Estúdio de criação de vídeos – Espaço reservado para a atuação no audiovisual, que estimula a capacidade crítica e analítica, promovendo o desenvolvimento de uma série de habilidades e competências, dentre elas a criatividade na hora de escrever roteiros para impactar quem vai assistir, a liderança, ao dirigir equipes de filmagem e o pensamento dinâmico ao montar diversos formatos audiovisuais. Nesse espaço, além dos monitores, há diversos equipamentos que propiciam produções de qualidade, como iluminação especial, chroma-key, teleprompter, microfones e computadores com programas de edição.
O Colégio São Judas Tadeu, obedecida a legislação vigente, poderá substituir as aulas presenciais da educação básica pela modalidade remota. A liberação dessa modalidade só ocorrerá em ocasiões em que se constatar ameaça à saúde pública ou à segurança nacional.
São situações emergenciais e excepcionais, como aconteceu durante a pandemia de Covid-19, mediante autorização normativa específica.
As aulas remotas, caso haja necessidade, serão ministradas em plataformas específicas que ofereçam ferramentas de comunicação e de colaboração para aprender em qualquer lugar, a qualquer hora e em qualquer dispositivo.
As aulas remotas devem ter como premissa:
I – Aulas em tempo real, nos mesmos dias e horários do presencial.
II – Interação com o professor.
III – Material personalizado, dinâmico e criado pelo professor.
IV – Cronograma e calendário previamente divulgados.
| TEMÁTICAS | ATIVIDADE A DESENVOLVER | QUANDO? | INVESTIMENTO (SIM OU NÃO) |
|---|---|---|---|
| RESPEITO | |||
| a- Obedecer às normas vigentes na escola, no trabalho e na sociedade. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim. |
| b- Agir com ética sempre. Amplificar o conjunto de padrões e de valores morais compartilhados pelo grupo social. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim. |
| c- Manter clima harmonioso, oferecendo ajuda, aceitando as diferenças, sendo grato, pedindo conselhos e praticando o bem. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim. |
| d- Desenvolver responsabilidades. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim. |
| SAÚDE | |||
| a- Manter a saúde física – alimentação e prática de exercícios. Obesidade. Coordenação motora | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| b- Manter a saúde mental – orientações básicas. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| c- Conscientizar a comunidade sobre a prevenção às drogas | Palestras, grupos de estudo, convênios com instituições públicas e privadas que tratam do assunto. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| INCLUSÃO | |||
| Promover um conjunto de ações que garanta a participação igualitária de todos na sociedade. Inclusões a serem trabalhadas | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| a – Classe social | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| b- Condição física. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| c- Educação | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| d- Gênero | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| e – Etnia | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| CIDADANIA | |||
| Desenvolver e disseminar direitos, deveres e solidariedade, dentre os quais: | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| a- Eleições e democracia. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| b- Obediência às leis. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| c- Respeito aos direitos sociais de outras pessoas. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| d- Educação e proteção dos semelhantes. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| e- Proteção e preservação da natureza | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| f- Proteção ao patrimônio público e social do país. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| g- Colaboração com as autoridades. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| h- Disseminação de notícias/fatos devidamente comprovados. Abolição das fake news. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| GENTILEZA | |||
| Desenvolver e amplificar formas de atenção e de cuidados que tornam os relacionamentos mais humanos, agradáveis e elegantes. | |||
| a- Aprender a escutar. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| b- Colocar-se no lugar do próximo – empatia. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| c- Exercitar a arte da paciência. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| d- Enfatizar as qualidades das pessoas e tentar orientá-las a evitar práticas consideradas ríspidas ou truculentas. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| e- Pedir desculpas. | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| f- Analisar o momento e agir pela razão | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
| g- Demonstrar interesse pelo outro | Palestras, grupos de estudo, formulários de pesquisa etc. | A qualquer momento | Dependendo do evento, sim |
Para manutenção do clima de respeito, de camaradagem e de gentileza, o Colégio São Judas Tadeu torna públicas as normas de conduta vigentes e válidas aos membros da comunidade. Não é permitido:
1. Praticar ou incentivar qualquer tipo de ato violento;
2. Portar objetos que atentem à saúde física ou à moral de colegas e funcionários;
3. Entrar em sala de aula após os 10 minutos de tolerância na primeira aula;
4. Sair da sala sem a autorização do professor;
5. Utilizar celular ou quaisquer aparelhos eletrônicos, salvo para fins didáticos orientados pelo professor;
6. Fotografar ou gravar as atividades escolares sem a autorização do professor ou da direção;
7. Atrapalhar os momentos de explicação com assuntos paralelos;
8. Entregar atividades ou trabalhos fora da data estabelecida para esse fim;
9. Consumir alimentos fora do horário de intervalo;
10. Riscar, desenhar ou danificar a estrutura – porta, paredes, janelas – ou mobília – mesas, cadeiras, lousa – do colégio;
11. Vestir roupas, que não o uniforme escolar, salvo se forem autorizadas pela direção;
12. Copiar ou parafrasear, integral ou parcialmente, textos e trabalhos de outrem sem a devida citação do autor;
13. Jogar cartas – baralho, UNO e afins.
14. Fumar cigarro eletrônico, portar ou manipular fumo ou tabaco;
15. Portar ou consumir bebidas alcoólicas;
16. Trocar a identificação estudantil, carteirinha ou código de identificação do RA, com outros alunos.
17. Praticar ou incentivar bullying, ou seja, qualquer intimidação sistemática, classificada como:
17.1 verbal: insultar, xingar e apelidar pejorativamente;
17.2 moral: difamar, caluniar, disseminar rumores;
17.3 sexual: assediar, induzir e/ou abusar;
17.4 social: ignorar, isolar e excluir;
17.5 psicológica: perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, manipular, chantagear e infernizar;
17.6 físico: socar, chutar, bater;
17.7 material: furtar, roubar, destruir pertences de outrem;
17.8 virtual: depreciar, enviar mensagens intrusivas da intimidade, enviar ou divulgá-las nas redes sociais ou nos aplicativos destinados a conversas entre pessoas/grupos. Toda e qualquer infração cometida contra as normas em vigor ensejará a aplicação das penalidades previstas em Regimento.
1. O Conteúdo programático deve ser disponibilizado no primeiro dia de aula via Google. Ele será a base para as avaliações. Havendo mudança, deve haver a comunicação formal dos professores.
2. Os slides das aulas devem ser disponibilizados aos alunos.
3. O tema sustentabilidade deve ser posto em prática pelo Colégio. Controle de energia, redução na produção de papel e lixo reciclável devem ser práticas constantes da comunidade.
4. As camisetas, para os terceiros anos do Ensino Médio, estão liberadas às sextas-feiras. As fantasias, caso haja pedido dos alunos, deverão estar de acordo com as normas estabelecidas pelo Colégio
5. Os professores não percorrerão mais as salas de aula em dia de prova e deverão redobrar a atenção na formulação e no tempo de prova.
6. O celular, em sala, só pode ser usado se a aula exigir. Do contrário, o seu uso é proibido, e o aparelho deve ser posto na mala/mochila ou no espaço reservado nas salas de aula. Descumprida essa regra, o aparelho deve ser encaminhado à direção e devolvido no final do período.
7. Os alunos deverão permanecer no Colégio até o final do período. Exceção: trabalho.
8. Não haverá trabalhos para evitar a recuperação.
9. Em dia de prova, na carteira, só pode haver caneta, lápis, borracha e calculadora, se for permitida. Os demais materiais devem ser postos na frente da sala.
10. As provas substitutivas serão deferidas com apresentação de atestado médico. Outros motivos não serão aceitos.
11. Na divisão das turmas, em dias de provas, os alunos devem ser intercalados por série nas fileiras. Não deve haver fileiras inteiras com alunos das mesmas séries
A elaboração do PPP visa a torná-lo corresponsável por um projeto de formação comum com os demais educadores, favorecendo seu comprometimento com os princípios pedagógicos institucionais.
Os diálogos construídos em torno do Projeto Político Pedagógico, por meio dos diversos processos pedagógicos desenvolvidos no cotidiano da escola, são de extrema importância para o crescimento da nossa escola de forma equilibrada e participativa.
Ao chegar ao final da jornada de construção do PPP, o Colégio São Judas Tadeu reafirma o compromisso coletivo que tem como objetivo a união em prol de uma educação de excelência, inclusiva e adaptada aos desafios do século XXI.
Este documento, fruto de um amplo e democrático processo de diálogo entre gestores, educadores, estudantes, funcionários e famílias, representa a identidade desta escola e o farol que guiará suas ações nos próximos anos.
Mais do que um conjunto de diretrizes, o presente PPP é a materialização dos sonhos e aspirações para cada criança e de cada jovem que cruza aqui estuda. Ele reflete nossa crença em uma educação que forma para a vida, que promove o pensamento crítico, a criatividade, a solidariedade e o respeito à diversidade.
Por fim, o CSJT entende que a construção deste documento é um processo dinâmico, em constante transformação, assim como o mundo e as necessidades dos nossos estudantes. Por isso, sua reconstrução, sempre que necessária, será realizada.